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domingo, fevereiro 20, 2011

“COMO AGIR NOS MOMENTOS DE CRISE”



Valdenira Nunes de Menezes Silva


João 14:27 “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou: não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize.”


Não há casamento perfeito ou marido perfeito. Assim como o seu casamento, o meu também, de tempos em tempos, tem problemas. Algumas mulheres reagem como se fossem um vulcão em erupção, outras congelam as suas raivas dentro de si. Em qual destes dois tipos de reações você se enquadra? Ambas as reações atingem, profundamente, além do casamento, a saúde.

Se somos destas pessoas que congelam suas raivas dentro delas, tornamo-nos pessoas amargas, mártires e nem somos felizes, nem fazemos o nosso marido feliz. O preço do silêncio é muito caro, pois com esta nossa atitude, desconectamos as linhas de comunicação e o nosso organismo reage negativamente.

A Bíblia nos diz em Efé 4:26 “...não se ponha o sol sobre a vossa ira.” Não deixe que as raízes da amargura se intensifiquem e tomem conta de seus conflitos dia após dia. O peso dos problemas carregado até o dia seguinte são raízes de amargura que envenenam seu corpo, afetam seus pensamentos e ações, formam suas expressões faciais escassas e podem causar problemas físicos.

Para que o seu casamento caminhe bem é necessário que entre você e seu marido exista comunicação. Não deve existir entre vocês segredos nem enganos e, em vez de ataques, devem usar o tato.

Vejamos algumas sugestões que nos mostrarão como agir, sabiamente, em momentos de crise...

1- CONTROLE SUAS LÁGRIMAS
Nós mulheres somos muito mais sensíveis e complexas, emocionalmente, do que os homens. E, por termos estas características, é que mostramos nossas emoções através das lágrimas. Chorar de maneira suave, calma, algumas vezes, faz o homem sentir-se protetor e forte mas o choro estridente, com soluços fortes, torna-o enervado e pronto para se afastar de nós.

Uma esposa contou-me, certa vez, que quando ela ficava zangada com seu marido ela dizia... “Vou ficar nervosa! Espere um minuto!”Às vezes, ela corria para o quarto, chorava e chegava até a sentir pena dela mesma. Após ficar calma, enxugava as lágrimas, procurava ficar a mais normal possível e voltava para terminar a conversa. Ela disse que se esforçava para não ficar zangada, não importuná-lo nem recusar o sexo para castigá-lo. Ela procurava dizer o que tinha que dizer e depois o perdoava e esquecia de tudo.

Da próxima vez que seu marido a ofender, em vez de chorar, ou responder como se fosse um vulcão em erupção, ou ainda jogar tudo para o alto e deixar para lá – congelando tudo em seu coração – pense com sabedoria em como poderia responder às suas atitudes. Isto para mim e para você é um desafio!

2- PLANEJE O LOCAL ADEQUADO E A ATMOSFERA
Antes de explodir, chorar, se lamentar, se lamuriar, converse com o Senhor, peça Sua ajuda e orientação. A Bíblia diz em Pro 31:27 que a mulher virtuosa “Abre a sua boca com sabedoria ...” Pare, pense antes de falar aquilo que futuramente você vai se arrepender. Peça ao Senhor que tire o seu nervosismo e a transforme numa mulher discreta e afetuosa.

Se você quer salvar seu casamento, procure falar com o seu marido na hora e lugar certos. Evite ter que ouvir dele o seguinte... “Mas será que precisamos salvar nosso casamento, justamente, na hora em que estou lendo o jornal?”

Se seu marido está chegando em casa cansado, não abra a porta armada. Deixe-o relaxar até que esteja receptivo, pois só assim sua chance de resolver os problemas é bem maior. Se você interrompe seu programa favorito, não pode esperar que ele ouça com alegria o que você tem a dizer.

É mais fácil resolver um problema quando o açúcar no sangue do nosso marido está maior. A melhor hora é após o jantar quando ele está satisfeito e as crianças já foram dormir. Também não é muito bom deixar para muito tarde.

Prepare a atmosfera dizendo que ele é muito importante para você. Diga-lhe que você ver o problema do ponto de vista dele mas que gostaria que ele também compreendesse como você se sente. Independente da reação dele, procure ser sábia, calma e continue orando.

3- DIGA-LHE, GENTILMENTE O QUE VOCÊ SENTE NO CORAÇÃO
A Bíblia nos ensina a falar a verdade com amor. Diga-lhe o que a aborrece mas mantenha o auto-controle.

Shakespeare, apesar de não ser um crente, nos aconselha de maneira sábia: “Sempre suave sua voz,
Gentil, baixa, algo excelente em uma mulher.”

Ao falar com seu marido, concentre sua atenção em seus sentimentos, não nos defeitos dele. Em vez de dizer... “Você nunca ...”, fale o que sente dizendo: “ Sinto que ...”. Expresse sua emoção com palavras brandas porque sabemos que “a palavra branda desvia o furor.” Se você fala calmamente, ele então vai entender o que vai dentro de você. O seu objetivo, quando está conversando com ele, é fazer-se compreender e não exigir uma mudança de opinião dele. Quando ele compreender como você se sente, desejará mudar o que a vem aborrecendo.

Se eu como esposa levantar a minha voz, ou ficar nervosa, ele também ficará. Nunca repita o que já foi dito, pois isto o importunará. Fale com amor o que tem a falar e agradeça-lhe por ter-lhe ouvido. A reação de cada marido é diferente. Uns poderão ficar magoados, outros explodirão mas devemos permitir esta explosão e nos calar para obtermos vitória, pois sabemos que Deus trabalhará o meu coração e o dele.

4- ESQUEÇA E PERDOE
Mesmo que a reação do seu marido seja negativa procure esquecer tudo e o perdoe de todo o coração, pois o perdão é essencial para um bom casamento. G.K. Chersterton disse... “Perdoar significa perdoar algo imperdoável, ou não haverá virtude no perdão.” E se você é aquela esposa que diz não poder perdoar mais seu marido porque seus erros são tantos e constantes que você já está cansada de tanto perdoar, lembre-se de que Jesus nos mandou perdoar setenta vezes sete, o que significa 490 vezes.

Algumas mulheres têm memória terrível – nunca esquecem nada! Perdoar significa esquecer. A mulher que não esquece, com certeza sofrerá de fadiga física e depressão mental. Jesus nos ensinou a perdoar, quando Ele disse: “Perdoa-nos os nossos pecados, assim como nós perdoamos ...”

5- PROTEJA-O
As estatísticas mostram que a maioria dos acidentes de carro acontecem nas primeiras horas da manhã, mais do que em qualquer outro momento. A razão disto é que o marido sai de casa pela manhã para o trabalho, zangado, irritado com suas esposas ou filho e levam suas frustrações para o volante.

Lembre-se de que sua atitude prepara a atmosfera em seu lar mas também determina as atitudes de seu marido durante o dia.

A Bíblia nos ensina a correr atrás da paz. Proteja seu marido substituindo a sua raiva pela compreensão.

Uma esposa afetuosa cancelou várias festas de Natal de sua agenda ao perceber que seu marido se achava exausto. Mais tarde, ela disse que as festas em casa foram as mais alegres que ela teve até aquele momento.


Que o Senhor nos dê sabedoria para agirmos do modo que Lhe agrada e dentro da Sua vontade.

(Estudo parcialmente, baseado no livro de Marabel Morgan “A Mulher Total”)

terça-feira, dezembro 14, 2010

Colunas de sustentação de um casamento: Posição social satisfatória.

O que o homem mais deseja é o que lhe faz bem; porém é melhor ser pobre do que mentiroso. Provérbios 19:22.

Com relação ao nosso status social, a melhor coisa que se pode fazer é procurar viver bem, tranquilo, dentro de suas posses. Viver acima ou abaixo do seu padrão social acaba gerando frustrações e falta de paz.

Ter equilíbrio financeiro, manter as contas em dias, e à medida que Deus vai abençoando, vai adquirindo aquilo que deseja tua alma, esse é o segredo.É melhor viver com menos do que com muitas dívidas.Paulo nos diz que aprendeu a viver bem em todas as circunstâncias, tanto no muito como no pouco, esse também é um bom conselho. Tentar viver impressionando as pessoas desgasta as nossas emoções e nos torna mentirosos com a nossa vida. Vivemos aquilo que na verdade não somos.


Como diz alguém, “viver como rico, mas com dinheiro de pobre” é buscar a sepultura financeira.

Aprenda a glorificar a Deus por aquilo que já possui, e dependa Dele para continuar prosperando, assim ele te honrará, veja o texto: “Riquezas e honras estão comigo; assim como os bens duráveis e a justiça. Provérbios 8:18”.

Não tente acelerar o processo de enriquecer, pois quando se faz isto, perde-se valores como honestidade e lealdade, conforme diz Salomão:

“O homem fiel será coberto de bênçãos, mas o que se apressa a enriquecer não ficará impune. Provérbios 28:20.

E lembre-se do que Paulo escrevendo a Timóteo disse com relação ao amor ao dinheiro. Ele disse que é a raiz de todos os males. Veja bem, o mal não é o dinheiro, mas o amor a ele. Compreender que não somos desta terra, que somos somente peregrinos, nos faz melhor com relação à ganância por posses.


Jesus falou que não é possível servir a dois senhores, a Deus e a Mamom ( Deus das riquezas), e acredito que isto deveria bastar para procurássemos viver contente com a nossa posição social, sem no entanto, deixar de buscar de forma sensata, melhores condições de vida.

A ostentação e comparação é um mal terrível, na verdade um pecado que se comete, e se não houver vigilância por parte do cristão, logo estará fazendo estas coisas que são próprias do homem sem Deus.

A nossa luta deve ser sempre no sentido de que não vivamos abaixo do padrão que temos condições de viver, como é o caso daqueles que vivem na mesquinharia, na avareza e acabam tendo uma vida sofrível, e nem também acima daquilo que é o nosso nível social, pois nesse caso também será cheio de transtorno a vida. É preciso reconhecer que a vida financeira pode unir ainda mais um casal, mas pode também ser o motivo de separação, por isso leve a sério o governo da tua casa.

Não construa a sua casa, nem forme o seu lar até que as suas plantações estejam prontas e você esteja certo de que pode ganhar a vida, ensina Salojmão em Provérbios 24:27.

Alguém disse: " Com ele eu moro até debaixo da ponte", porém a realidade é bem diferente, e a crise financeira tem se mostrado como sendo um dos principais motivos de separação. Não permita que a crise separe aqueles que Cristo uniu. Para tanto é preciso:

Planejamento antes do casamento, conforme orienta a bíblia em Provérbios 24:27 onde o sábio Salomão diz que antes de se casar é preciso acertar os negócios lá fora, preparar um campo, plantar uma lavoura e depois edificar a casa . Note que o casamento ficou para depois de tudo pronto. Dividas pagas, trabalho arrumado e aí sim, o casamento.

É preciso saber diferenciar "desejos" e "necessidades". Se as pessoas olharem para dentro de suas casas descobrirão “bugigangas” que compraram e que poucas vezes usaram. São utensílios de cozinha , espremedeira de nhoque, máquina de fazer pão, cortador de legumes, vassoura elétrica, espanador à bateria, enfim, um monte de coisas que pensaram ser uma necessidade e no fim era apenas um desejo.

Ter domínio próprio e não comprar nada por empolgação, pois diante de uma aquisição de um carro novo, por exemplo, há uma descarga de adrenalina tão forte que provoca alterações na nossa capacidade de usar a razão, a gente fica "cego" e acredita que é um bom negócio quando as vezes não é,ou pelo menos, não era uma boa hora para se comprar aquele bem.

Estabelecer prioridades e ser rígido nesse propósito, mesmo porque deve haver primeira a realização do "sonho a dois", antes do "meu sonho". Estabelecendo o que e quando comprar e cumprindo o que foi estabelecido, o casal não pulveriza e nem desvia o dinheiro e pode comprar algo de valor.

Comprar aquilo que põe dinheiro no bolso e não aquilo que tira dinheiro. Nossas compras devem ter sempre que possível o condão de investimento, na verdade, bom investimento.

Muitas vezes as pessoas adquirem muitas coisas que tiram dinheiro do bolso. No aniversário da filha o pai dá de presente um celular de última geração, aí eu pergunto quem irá pagar aquela conta? O pai, com certeza. Exemplo de bens que tiram dinheiro do meu bolso: querer um novo modelo de celular constantemente, comprar um carro mais novo, só que financiado; comprar objetos para dentro de casa que na loja tem alto preço, mas se for preciso vender não vale quase nada como, por exemplo: um tapete persa, equipamento de som residencial sofisticado, etc.


Exemplo de coisas que trazem dinheiro para o meu bolso: ações, títulos de capitalização, imóvel que gere renda, compra de empresa lucrativa para que outros administrem.Um conselho: Leia o Livro Pai Rico, Pai Pobre.

A idéia deve ser está: Este bem vai por dinheiro no meu bolso ou vai tirar. Qual é o retorno do investimento?

Tenha um orçamento, uma planilha de custo das despesas domésticas, para saber o quanto entra em casa, o quanto sai, e para onde está indo o seu dinheiro. Em caso de necessidade de contenção de despesas, saberá onde fazer os cortes. Empenhar em não se endividar, tendo sempre uma reserva para as emergências.

Nas compras de alto valor discutir com o cônjuge antes para uma avaliação mais abalizada quantos a valores, qualidade, marca, momento certo da compra, etc., para que também seja objeto de alegria para os dois e não de contenda.

Não contar com aquilo que ainda não está em suas mãos, para não ser surpreendido.

Em caso de crise, dialogue, discuta , combine, planeje, e cumpra com o plano, e lembre-se que a crise gera stress e as brigas tendem a aumentar. Busque a direção de Deus, lembrando que teu cônjuge não é o teu inimigo, o teu inimigo é a crise.

Não pulverize o dinheiro que sobra, guarde para comprar algo relevante

Alguns casais quando tem alguma sobra do salário, ao invés de guardarem, acabam gastando com coisas de pouca importância, de modo que pulverizam o dinheiro. É interessante guardar este pouco que sobra todo mês para comprar algo de maior valor e importância.

Sejam fiéis nos dízimos e ofertantes na casa de Deus

Cada um de nós individualmente somos responsáveis pela manutenção da Casa de Deus, sua igreja. E há benção prometidas para quem recebe com mansidão esta palavra. Quando eu me preocupo com a Casa de Deus, Ele se preocupa com a minha casa.

Aumente sua renda, crie oportunidades.

Quem observa o vento, nunca semeará, o que olha para as nuvens nunca segará. Ecl 11:4

Quando o dinheiro não está dando, só tem duas saídas, aumentar a renda e cortar despesas. Coloque uma nova atividade em oração e busque descobrir, use a criatividade, procure primeiro dentro de você mesmo, aquilo que você sabe fazer bem pode lhe trazer dinheiro.

Economize, corte despesas. Em situação normal você deve guardar 10% de sua renda. Em outros momentos mais críticos deve analizar e fazer cortes necessários ou possíveis.
Assim como há pessoas pobres e pessoas ricas há países pobres e países ricos. A diferença entre os países pobres e os ricos não é a antigüidade do país. Fica demonstrado pelos casos de países como Índia e Egito, que tem mil de anos de antigüidade e são pobres. Ao contrário, Austrália e Nova Zelândia, que há pouco mais de 150 anos eram quase desconhecidas, hoje são, todavia, países desenvolvidos e ricos.

A diferença entre países pobres e ricos também não está nos recursos naturais de que dispõem, pois o Japão tem um território muito pequeno e 80% dele é montanhoso, ruim para a agricultura e criação de gado, porém é a segunda potência econômica mundial: seu território é como uma imensa fabrica flutuante que recebe matérias-primas de todo o mundo e os exporta transformados, também a todo o mundo, acumulando sua riqueza.

Por outro lado, temos uma Suíça sem oceano, que tem uma das maiores frotas náuticas do mundo; não tem cacau, mas tem o melhor chocolate do mundo; em seus poucos quilômetros quadrados, cria ovelhas e cultiva o solo quatro meses por ano já que o resto é inverno, mas tem os produtos lácteos de melhor qualidade de toda a Europa.


Igualmente ao Japão não tem recursos naturais, mas dá e exporta serviços, com qualidade muito dificilmente superável; é um país pequeno que passa uma imagem de segurança, ordem e trabalho, que o converteu na caixa forte do Mundo.

Também não é a inteligência das pessoas a tal diferença, como o demonstram estudantes de países pobres que emigram aos países ricos e conseguem resultados excelentes em sua educação; outro exemplo são os executivos de países ricos que visitam nossas fábricas e ao falar com eles nos damos conta de que não há diferença intelectual.

Finalmente não podemos dizer que a raça faz a diferença, pois nos países centro- europeus ou nórdicos vemos como os chamados ociosos da América Latina (nós!!) ou da África, demonstram ser a força produtiva desses países.


O que é então que faz a diferença?


A atitude das pessoas faz a diferença.


E para nós que cremos em Deus, e sabemos que Ele não nos criou para vivermos na miséria e sofrimento, mas nos criou para a sua glória, e quando você cristão está vivendo uma boa vida, com paz, tranqüilidade, provisão, então, a sua vida está glorificando a Deus. Mas não se esqueça que as bençãos espirituais devem sempre, em ordem de importância, estar acima das bençãos materias, pois não somos da terra, somos do céu.

Acreditamos sim que Deus prospera o seu povo, mas geralmente trabalha com reação, ou seja, Deus reage diante de suas atitudes, quando você se levanta para realizar, para construir, então, Ele se levanta com você e faz de você um vencedor.
Ao estudar a conduta das pessoas nos países ricos se descobre que a maior parte da população cumpre as seguintes regras, cuja ordem pode ser discutida:


1. A moral como principio básico


2. A ordem e a limpeza


3. A integridade


4. A pontualidade


5. A responsabilidade


6. O desejo de superação


7. O respeito às leis e aos regulamentos


8. O respeito pelo direito dos demais


9. Seu amor ao trabalho


10. Seu esforço pela economia e investimento.



Alguns textos compolementares do tema:
Falei contigo na tua prosperidade, mas tu disseste: Não ouvirei. Este tem sido o teu caminho, desde a tua mocidade, pois nunca destes ouvidos à minha voz. Jeremias 22:2


E te lembrarás de todo o caminho, pelo qual o SENHOR teu Deus te guiou no deserto estes quarenta anos, para te humilhar, e te provar, para saber o que estava no teu coração, se guardarias os seus mandamentos, ou não.Dt 8:2.


Porque o amor ao dinheiro é a raiz de toda a espécie de males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores.


Guarda-te que não te esqueças do SENHOR teu Deus, deixando de guardar os seus mandamentos, e os seus juízos, e os seus estatutos que hoje te ordeno;Para não suceder que, havendo tu comido e fores farto, e havendo edificado boas casas, e habitando-as.E se tiverem aumentado os teus gados e os teus rebanhos, e se acrescentar a prata e o ouro, e se multiplicar tudo quanto tens.Se eleve o teu coração e te esqueças do SENHOR teu Deus, que te tirou da terra do Egito, da casa da servidão.Dt 8:11-14

A vida da pessoa honesta é cheia de felicidade, mas quem tem pressa de enriquecer não fica sem castigo. Provérbios 28:20.


Quem enriquece à custa dos pobres ou dando presentes aos ricos acabará ficando pobre. Provérbios 22:16

(http://casadosemcristo.blogspot.com/)

sábado, maio 01, 2010

Sonhei que eu era um neopentecostal místico e milionário

Na verdade, tive um pesadelo, na noite passada...

Sonhei que eu era um neopentecostal místico e que, depois de abraçar a Teologia das $emente$, tornei-me um milionário. Estava convencido de que Deus me mandara comprar várias bolsas da Louis Vuitton e da Victor Hugo, para a minha esposa bater profeticamente com elas nas cabeças dos endemoninhados! Ele também ordenara que eu adquirisse vários sapatos de couro de crododilo e de cobra para pisar profeticamente na cabeça do Leviatã.

No sonho, eu estava convicto de que Deus me mandara comprar inúmeros ternos Ermenildo Zegna, a fim de pregar profeticamente nos “Santódromos” do Rio de Janeiro, de São Paulo, de Manaus; e centenas de óculos de sol Ray Ban, para ter uma melhor visão profética da atuação do império das trevas em todo o mundo.

Não tinha dúvidas de que Deus ordenara que eu comprasse uma Ferrari F430 vermelha, para um grande ato profético. Com ela, eu trafegaria profeticamente pelas avenidas e ruas de Brasília e derramaria ao longo de cada uma delas o mais puro azeite português, decretando que aquela cidade pertence ao Rei dos reis e que os seus súditos devem dominar o Brasil a partir dali.

Que sonho! Estava convicto, ainda, de que o Senhor me mandara comprar milhares de caixas de perfumes franceses Polo e Azzaro para perfumar profeticamente todos os aeroportos das cidades do mundo por onde eu passasse, a fim de derrotar todos os principados do fedor e da sujeira que imperam nesses lugares.

Finalmente, no sonho, eu tinha a certeza de que, sob a ordem divina, eu adquirira um touro bem feroz para ser montado profeticamente nos rodeios de Dallas, Barretos e Madrid, a fim de destruir por completo o tridente do principado boiadeiro...

Mas o fim do sonho não foi nada bom... Eu resolvera abrir a Bíblia aleatoriamente e “caíra” em Deuteronômio 18.20-22: “o profeta que presumir de falar alguma palavra em meu nome, que eu lhe não mandei falar, ou o que falar em nome de outros deuses, esse profeta será morto. [...] sabe que quando esse profeta falar, em nome do SENHOR, e a palavra dele se não cumprir nem suceder, como profetizou, esta é palavra que o SENHOR não disse; com soberba a falou o tal profeta: não tenhas temor dele”.

Acordei aliviado e disse: “Não sou um milionário... Que pena! Mas, em compensação, também não sou um neopentecostal místico que despreza a Bíblia, supervaloriza as experiências pessoais e atribui à direção de Deus toda e qualquer bizarrice que pratica!”

Ainda bem que acordei logo! Já pensou se eu tivesse sonhado que Deus me mandara engatinhar como um leão em cima do púlpito, tocar tambores no ritmo baiano, calçar uma bota de “piton” e outra de cowboy para pisar em principados, profetizar sobre ferraduras...

Aleluia! A despeito de haver alguns críticos que, por falta de conhecimento, põem os pentecostais e os neopentecostais místicos no mesmo bojo, louvo a Deus por ser um pentecostal que ama a Palavra de Deus! Mesmo pobre, financeiramente, graças a Deus continuo crendo na atualidade da multiforme manifestação do Espírito Santo na igreja, sem abrir mão do primado das Escrituras e da mensagem da cruz!

Ciro Sanches Zibordi

http://cirozibordi.blogspot.com/2010/04/sonhei-que-eu-era-um-neopentecostal.html

quinta-feira, março 18, 2010

Dissimulação e Hipocrisia

O dissimulado e o hipócrita possuem os mesmos caracteres hereditários do mentiroso, do falso e do fuxiqueiro. Esta tenebrosa e fatídica junção de personalidades é a mola-mestra que segura todas as desgraças que atingem a humanidade. A ambição, a traição e a covardia são os alimentos dessas aves de rapina que carregam no negrume de seus corações o desejo infame e maldito de praticar a discórdia e a miséria que tantos males causam à sociedade brasileira. Portanto, dissimulação e hipocrisia são palavras que representam o que se tem de mais pernicioso junto às pessoas e comunidades inteiras.

O dissimulado é um sujeito que é mestre na arte de se acobertar com disfarces e fingimentos, tudo dentro de um plano pré-concebido e feito com incrível capacidade de alcançar os seus objetivos, e assim, os atos e decisões que afloram de seus danosos desejos demonstram os seus pendores para todo tipo de maldade e desconsideração. Contudo, mesmo com tanta leviandade, a sua aparência é de cidadão ilibado e pleno de retidão de caráter.

Os que jogam este jogo do mau não permitem que os seus verdadeiros e reais interesses e intenções sejam descobertos. O hipócrita é um ser tão perigoso como aquele. Personagem sem virtude, sem escrúpulo e sem sentimento; cheio de manhas e malícias; extremamente falso e desapiedado; um verdadeiro lixo da humanidade que os dejetos de sua imoralidade têm a fetidez da traição e da falsidade.

O método de esconder e não revelar os próprios sentimentos é a principal e preferida arma dos que usam o disfarce como regra de vida. O homem dessa nova era faz questão de não deixar transparecer a sua vontade e o seu desejo de ocultar, no mais profundo de sua sensibilidade, as suas verdadeiras intenções e os seus reais desígnios, camuflando assim, todos os seus planos e projetos, todos eles escusos e maléficos.

O que os defensores da dissimulação e da hipocrisia desejam e esperam é o momento de agir, pondo em prática o seu terrível plano. E dentro da impiedade que lhe é peculiar, retirar todo proveito que se lhe apresente. É assim que essa imensa legião de pessoas que desconhecem o significado das palavras virtude e lealdade age. Todos com uma única finalidade. Aquela de conseguir os seus objetivos, pouco importando os meios e os fins.

O êxito dessa desditosa gente é especialmente prejudicial para com seu semelhante. E mais ainda, são capazes de atos monstruosos e funestos. Para alcançar o seu desiderato, esse grupo sem dignidade não respeita e nem considera nenhum valor e nem as regras e normas do bom proceder.
Em todos os setores da vida brasileira esta praga predomina. Não mais existe o coleguismo, a amizade sincera entre companheiros de trabalho e nem uma convivência salutar entre as classes e o próprio povo. Tudo, tudo mesmo, está subjugado, preso e atrelado aos cordéis poderosos da força demolidora e amaldiçoada da dissimulação e da hipocrisia. Para o dissimulado subir na vida, ele não tem nenhum remorso de esmagar ou mesmo cortar a cabeça de quem quer que seja. Em sua monstruosa hipocrisia ele imagina que tendo força política e poder econômico irá se tornar o senhor da vaidade e do orgulho, da vida e da morte.

É assim que agem os covardes e os falsos. Homens maus e sem coração que perderam ao longo de suas existências os valores que eram tão bem cultuados e respeitados pelos nossos antepassados. Homens que arrancaram de seu sentimento o amor e a consideração para com seu semelhante. Desapiedados seres humanos que vivem zombando e achincalhando os preceitos divinos, afirmando convicto e às gargalhadas que essa coisa de dignidade e temor a Deus não passa de bobagem da massa falida e sem perspectiva do Brasil da pobreza e do atraso. Eles não. Eles fazem parte dos que acompanharam as mudanças e evolução da modernidade dos novos tempos, com seus novos conceitos e sua dureza de sentimento.

Coitados desses infelizes que em suas miragens enganosas se imaginam os maiorais, aqueles que conseguem tudo.

Será que é assim mesmo?

Por Alcino Alves Costa
(O caipira de Poço Redondo, Sergipe)

terça-feira, dezembro 22, 2009

Por quê 25 de dezembro?

Jesus nasceu no ano 6 ou 7 antes da era cristã.
A comemoração do Natal de Jesus surgiu de um decreto.

Natal é a celebração do grande amor de Deus, o dia em que Deus nasceu no mundo, trazendo
paz, luz, amor, esperança, uma nova aliança, uma nova vida. O Filho de Deus, Jesus de Nazaré, nasceu em Belém, como uma criança humilde e marginalizada e encontrou todos e todas neste mundo, oferecendo-lhes a presença e a reconciliação de Deus. Em torno deste acontecimento há muitas decisões e tradições herdadas do passado.

Nos relatos bíblicos não encontramos nenhuma referência sobre a data do nascimento de Jesus. Naquela época os calendários eram muito confusos. Os antigos calendários romanos tinham, às vezes, semanas de quinze dias e meses de dez dias, de acordo com a vontade do Imperador reinante. O povo em geral não conhecia as datas de nascimento, casamento ou falecimento. Não existem registros históricos a respeito de "Festas de Aniversário" na Antigüidade.

Sobre o nascimento de Jesus sabemos muito pouco. Ele nasceu antes da morte de Herodes Magno (Mt 2.1; Lc 1.5), que faleceu na primavera de 750 da era romana, quer dizer: no ano 4 antes de Cristo. Conforme estudos o ano mais provável do nascimento de Jesus é 7 ou 6 antes da era cristã.
As primeiras comunidades cristãs não comemoravam o nascimento de Jesus. Somente a partir do ano 350 o Natal começou a ser comemorado no dia 25 de dezembro. Em torno da escolha desta data há uma longa história.

Os Celtas, por exemplo, tratavam o Solstício do Inverno, em 25 de dezembro, como um momento extremamente importante em suas vidas. O inverno ia chegar, longas noites de frio, por vezes com poucos gêneros alimentícios e rações para si e para os animais, e não sabiam se ficariam vivos até a próxima estação. Faziam, então, um grande banquete de despedida no dia 25 de dezembro. Seguiam-se 12 dias de festas, terminando no dia 6 de Janeiro.

Em Roma, o Solstício do Inverno também era celebrado muitos séculos antes do nascimento de Jesus. Os Romanos o chamavam de Saturnálias (Férias de Inverno), em homenagem a Saturno, o Deus da Agricultura, que permitia o descanso da terra durante o inverno.

Em 274 o Imperador Aureliano proclamou o dia 25 de dezembro, como "Dies Natalis Invicti Solis" (O Dia do Nascimento do Sol Inconquistável). O Sol passou a ser venerado. Buscava-se o seu calor que ficava no espaço muito acima do frio do inverno na Terra. O início do inverno passou a ser festejado como o dia do Deus Sol.

A comemoração do Natal de Jesus surgiu de um decreto. O Papa Júlio I decretou em 350 que o nascimento de Cristo deveria ser comemorado no dia 25 de Dezembro, substituindo a veneração ao Deus Sol pela adoração ao Salvador Jesus Cristo. O nascimento de Cristo passou a ser comemorado no Solstício do Inverno em substituição às festividades do Dia do Nascimento do Sol Inconquistável.

Outras curiosidades estão relacionadas com este dia 25 de dezembro. O calendário que adotamos hoje é uma forma recente de contar o tempo. Foi o Papa Gregório XIII que decretou o seu uso através da Bula Papal "Inter Gravissimus" assinada em 24 de fevereiro de 1582. A proposta foi formulada por Aloysius Lilius, um físico napolitano, e aprovada no Concílio de Trento (1545/1563). Nesta ocasião foi corrigido um erro na contagem do tempo, desaparecendo 11 dias do calendário. A decisão fez com que ao dia 4 de outubro de 1582 sucedesse imediatamente o dia 15 de outubro do mesmo ano. Os últimos a adotarem este calendário que usamos foram os russos em 1918.

O fato interessante desta correção é que o Solstício do Inverno foi deslocado para outra data. Dependendo do ano o início do inverno se dá entre o dia 21 e o dia 23 de dezembro. A razão fundamental para a comemoração do Nascimento de Jesus no dia 25 de Dezembro se perdeu com essa mudança no calendário. Mesmo assim o Natal continuou a ser comemorado no dia 25 de dezembro.

Para nós, habitantes do Hemisfério Sul, há menos razões ainda para se comemorar o Natal no dia 25 de dezembro. Nesta data vivemos os primeiros dias do verão e não do inverno. Porém, herdamos as tradições cristãs que vieram do Hemisfério Norte.

Mesmo assim vale celebrar este ato de amor maravilhoso de Deus: Deus veio ao mundo e inaugurou uma nova vida entre nós. Este é o motivo da nossa festa. Vamos juntos, povos do norte e do sul, celebrar e festajar o Natal de Cristo, a chegada do amor de Deus ao mundo.

Por Guilherme Lieven

segunda-feira, dezembro 07, 2009

Nossas Escolhas


A maioria de nossos problemas decorre de nossas escolhas erradas. Em muitos casos, geramos nossos próprios dissabores.

Não que esta seja uma verdade absoluta, salvo se atentarmos para o fato de que todos os males da humanidade tiveram origem na desobediência do primeiro casal. Deixemos a teologia e meditemos em casos concretos.

O homem passa a vida toda ouvindo a advertência de que o cigarro contém umas quatro mil substâncias tóxicas, das quais se destaca a nicotina; é advertido sobre as drásticas conseqüências que isso poderá causar ao corpo. Mas usa de sua liberdade de escolha e continua no vício.

A Medicina adverte para os malefícios do álcool; para a imperiosa necessidade de "se beber, não dirija"; as estatísticas indicam milhares de vítimas fatais no trânsito por causa do alcoolismo. Porém, milhares usam do seu livre arbítrio e continuam dirigindo embriagados.

A Medicina adverte para os cuidados com uma alimentação saudável; para evitar comida gordurosa que eleva as taxas de colesterol; para evitar um acidente vascular cerebral (AVC) que mata milhares todos os anos... Mas muitos não dão ouvidos a essas advertências. Muitos morrem porque não seguem as orientações das placas de trânsito quanto à velocidade máxima e às paradas obrigatórias. Questão de livre escolha.

As penitenciárias estão lotadas de homens e mulheres que fizeram escolhas erradas.

Voltando à teologia, Jesus disse o seguinte: “Entrai pela porta estreita, porque larga é a porta e espaço o caminho que conduz á perdição, e muitos são os que entram por ela” (Mt 7.13). Portanto, são muitos os que escolhem a porta do pecado, e não são poucos os que, diante do vendaval da vida, colocam a culpa em Deus: Por que Deus permitiu? A culpa não é dele. Nossas escolhas é que foram erradas.

07.12.2009

Pr. Airton Evangelista da Costa

terça-feira, novembro 17, 2009

A Virgindade de Maria e a Incoerência Católica


Diz o Catecismo da Igreja Católica:

“O aprofundamento de sua fé na maternidade virginal levou a Igreja a confessar a virgindade real e perpétua de Maria, mesmo no parto do Filho de Deus feito homem” (C.I.C., item 499, página 141).

Diz a Bíblia:

“José, ao despertar do sono, agiu conforme o Anjo do Senhor lhe ordenara e recebeu em casa sua mulher. Mas não a conheceu até o dia em que ela deu à luz um filho. E ele o chamou com o nome de Jesus” (Mateus 1.24).

Comentário da Bíblia de Jerusalém, Paulus Editora, com a chancela datada de 01.11.1980, de Paulo Evaristo Arns, Arcebispo Metropolitano de São Paulo:

“O texto não considera o período ulterior [posterior] e por si não afirma a virgindade perpétua de Maria, mas o resto do Evangelho, bem como a tradição da Igreja, a supõem”. Isto é, a Bíblia, aqui, só afirma a virgindade de Maria até o nascimento de Jesus.

Comentário do Monsenhor José Alberto L. de Castro Filho, na Bíblia Sagrada, foto acima, aprovada pela igreja romana, edição ecumênica, BARSA, 1977, tradução do Padre Antonio Pereira de Figueiredo, com notas do referido monsenhor, bispo auxiliar do Rio de Janeiro:

“Enquanto (ou até que): esta palavra portuguesa traduz o latim donec e o grego heos ou, que por sua vez estão calcados sobre a expressão hebraica ad ki que se refere ao tempo anterior [grifo meu] a esse limite sem nada dizer do tempo posterior, cf. Gn 8.7; Sl 109.1; Mt 12.20; 1 Tm 4.13. A tradução exata seria: “sem que ele a tivesse conhecido, deu à luz...”, pois a nossa expressão “sem que” tem o mesmo valor”.

Não poderia ser diferente a interpretação. Até o nascimento do primogênito, José não conheceu Maria, isto é, não teve relações sexuais com ela. O evangelho de Mateus foi escrito cerca de 60 antes depois de Cristo. O mais provável é que o evangelista conhecia a vida do casal José Maria, após o nascimento do primogênito. Poderia ter afirmado que o casal não teve outros filhos, e, inspirado pelo Espírito Santo, concluir que Maria permaneceu virgem até a morte. Não o fez.

Como vimos nas declarações do Catecismo, a doutrina da “sempre virgem” é uma confissão da Igreja Católica, uma dedução por sua conta e risco. Isto é corroborado pelo comentário da Bíblia Católica, ao dizer que “a tradição supõe”, isto é, trata-se de uma hipótese.

Sei que o contexto se faz necessário, mas não se encontra contexto favorável à doutrina da “sempre virgem”. Mais adiante, o mesmo evangelista arrematou:

“Não é ele [Jesus] o filho do carpinteiro? Não se chama a mãe dele Maria e os seus irmãos Tiago, José, Simão e Judas? E as suas irmãs não vivem todas entre nós” (Mateus 13.55-56 – Bíblia de Jerusalém).

Todos os parentes naquela época eram chamados de irmãos, replicam alguns. Mais uma vez respondo com a palavra das citadas “Bíblias Católicas”, em que um parente é chamado de “primo”:

“Saúdam-vos Aristarco, meu companheiro de prisão, e Marcos, primo de Barnabé...” (Colossenses 4.10). Esta carta paulina foi escrita cerca de 62 anos d.C., na mesma época em que Mateus escreveu seu evangelho.

04.11.2009

Pr. Airton Evangelista da Costa

www.palavradaverdade.com


segunda-feira, novembro 16, 2009

Paul Washer - Mensagem Chocante



Paul Washer tornou-se um crente, enquanto freqüentava a Universidade do Texas estudando para se tornar um advogado de petróleo e gás. Ele completou seus estudos de graduação e matriculou-se no Southwestern Theological Seminary, onde recebeu seu grau de Mestrado de Divindade. Paul deixou logo após a formatura os EUA como um missionário para o Peru.
. Paul ministrou como um missionário no Peru por 10 anos, e durante este tempo, ele fundou a Sociedade Missionária HeartCry para apoiar plantadores peruanos de igreja. O trabalho da HeartCry suporta agora mais de 80 missionários indígenas (missionários da própria cultura) em 15 países diferentes pela Europa Oriental, América do Sul, África, Ásia e Médio Oriente.
. Um pregador itinerante, Paul também ensina freqüentemente em sua igreja local, Primeira Igreja Batista de Muscle Shoals, e é o autor do livro “The One True God: A Biblical Study of the Doctrine of God”.
. Atualmente, Paul serve como o diretor da Sociedade Missionária HeartCry e reside em Muscle Shoals, Alabama com Charo, sua esposa, e dois filhos Ian e Evan, e uma filha Rowan.

Extraído de http://www.heartcrymissionary.com/

sábado, novembro 14, 2009

Carta de Maria aos Mariólatras

O Senhor me permitiu visitar a terra. Confesso que fiquei surpresa ao ver como milhões de pessoas me adoram, a mim e à minha imagem.

Fizeram imagens de todos os tamanhos e cores. São carregadas nos braços e coroadas como se eu fosse uma deusa. Confesso que me entristeci quando vi uma pessoa ajoelhada aos pés de uma dessas imagens. O ajoelhar-se é adoração explícita.

Vocês precisam ler mais a Bíblia Sagrada. Acreditem em Deus. Suas orações devem ser dirigidas ao Senhor, não a mim. Aliás, delas não tomo conhecimento. Não sou onipresente. Ensinaram que eu ordenei que o terço fosse lido e usado como amuleto. Não é verdade. Não posso ser contra aquilo que está na Bíblia, onde Deus se revela. Leiam:

“Nas vossas orações não useis de vãs repetições, como os gentios, porque imaginam que é pelo palavreado excessivo que serão ouvidos” (Mt 6.7).

Vocês não sabem que somente Deus é digno de adoração e louvor? Leiam: “Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele servirás” (Mt 4.10). Eu não sou digna de substituir o Senhor na adoração. Sou criatura. Uma criatura não pode adorar outra criatura. Nem os anjos podem ser adorados. Leiam:

“E eu [João] lancei-me a seus pés para o adorar [adorar o anjo], mas ele disse-me: Olha, não faças tal; sou teu conservo e de teus irmãos... Adora a Deus” (Ap 19.10).

Ao me intitularem de “Senhora”, vocês desejam me incluir na Santíssima Trindade. Vocês estão em pecado terrível. Substituem o Criador pela criatura. Sempre quis ser serva, e não senhora de ninguém. Ouçam as minhas palavras. Está na Bíblia:

“A minha alma engrandece ao Senhor, e o meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador. Porque atentou na humildade de sua serva” (Lc 1.46, 47, 48). Fui salva pela graça de Deus, em razão de minha fé, humildade e obediência. Nunca quis ser co-redentora, rainha, senhora, mãe de todos, modelo de santidade, imune do pecado, medianeira da graça. Sou simplesmente serva do Senhor.

Ouçam o que o Senhor afirmou: “Errais, não conhecendo as Escrituras, nem o poder de Deus” (Mt 22.29). Jesus falou aos saduceus, mas a sentença serve para os que andam desnorteados, por não conhecerem a Bíblia Sagrada. Vocês só se libertarão dessas amarras se buscarem de todo o coração o libertador: “Se o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres” (Jo 8.32). Conheçam mais a Bíblia:

“Toda Escritura divinamente inspirada é proveitosa para ensinar, para redargüir [replicar, argumentar], para corrigir, para instruir em justiça, para que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente instruído para toda boa obra” (1 Tm 3.16-17). Quer ser homem de Deus, ou mulher de Deus? Leia, medite e aplique a Palavra na sua vida.

O Senhor disse: “Vinde a mim os que estão cansados e oprimidos...” (Mt 11.28). E muitos, em vez de pedir a Ele, usam-me como se eu fosse mediadora. Leiam:

“Porque há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo, homem” (1 Tm 2.5; ver Hb 8.6; 9.15; 12.24). Somente através de Jesus Cristo podemos nos aproximar de Deus. O próprio Senhor confirma: “Eu sou o caminho... Ninguém vem ao Pai senão por mim” (Jo 14.6). “E tudo quanto pedirdes em meu nome, eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho” (Jo 14.13).

Finalmente, peço que esta carta seja enviada a todos os moradores da terra. Se o Senhor permitir, retornarei.

05.11.2009

www.palavradaverdad e.com

Nota: É claro que se trata de uma ficção com objetivo de fazer mais conhecida a Palavra de Deus.


Pr. Airton Evangelista da Costa

quarta-feira, novembro 04, 2009

Tem gente mais chata?

Por Luiz Almeida Marins Filho (PHD)


De longe, eu só reparava. Era um grupo de seis pessoas. Só uma falava. Ela falava e dizia. Ela falava e não deixava ninguém falar. Ela falava alto. Ela dizia que sabia, entendia. As pessoas mudavam de assunto e ela novamente falava. Só ela. As pessoas se entreolhavam. Algumas se levantavam e iam ao toalete. Voltavam e ela continuava falando, dizendo o que era certo e o que era errado. Dando lições a todos sobre todos os temas. Ela se achava o máximo!

É ou não verdade que tem muita gente assim? É ou não verdade que tem gente que não se enxerga e fica pontificando o que é certo e errado. E o que é certo, é claro, é o que elas pensam, o que elas acham, o que elas acreditam. O número das pessoas chatas no mundo parece estar aumentando! São pessoas que querem catequizar você para o regime alimentar que elas fazem, para a roupa que elas vestem, para o time que elas torcem, para a religião que elas professam. O carro delas é o melhor. A loja em que compram é a única que presta. A igreja em que vão é única que salva. A comida que comem (ou fazem) é a melhor. Tudo delas é melhor. Seus filhos são mais inteligentes e mais bonitos... Tem gente mais chata?? Pessoas que querem que você caminhe 20 km por dia, não coma carne, não beba nada alcoólico, faça regime à base de soja, etc., etc. Tem gente mais chata??

Até chego a acreditar que essas pessoas queiram nos salvar. Mas daí a não nos aceitar como somos é uma distância enorme. Elas não se contentam em expor suas idéias e argumentos. Elas querem a sua concordância a qualquer preço. Tem gente mais chata??

Veja se você, cheio(a) de boas intenções também não está virando um(a) grande chato(a). Perceba se as pessoas andam evitando você. Nada contra as suas convicções, mas lembre-se que é preciso também respeitar as convicções das outras pessoas. Tome cuidado para não aumentar o número de pessoas chatas. Já temos chatos demais no mundo.

Pense nisso. Sucesso!

Publicado com autorização expressa do autor, em 11/01/2008


Professor Marins é doutor (Ph.D.) em Antropologia (Austrália); Pós-Doutorado em Macro-Economia (London School of Economics - Sydney/Londres); Licenciado em História, Bacharel em Direito e Técnico em Contabilidade; Estudou Ciência Política e Relações Internacionais (Universidade de Brasília) e Negociação (New York University); Consultor de várias Empresas Nacionais e Internacionais. É um dos mais renomados palestrantes do Brasil e do exterior nas áreas de Motivação Empresarial e Futuro das Empresas.

quinta-feira, outubro 01, 2009

O sucesso consiste em não fazer inimigos

Nas relações humanas no trabalho, existem apenas 3 regras.


Regra número 1: colegas passam, mas inimigos são para sempre. A chance
de uma pessoa se lembrar de um favor que você fez a ela vai diminuindo
à taxa de 20% ao ano. Cinco anos depois, o favor será esquecido. Não
adianta mais cobrar. Mas a chance de alguém se lembrar de uma desfeita
se mantém estável, não importa quanto tempo passe. Exemplo: se você
estendeu a mão para cumprimentar alguém em 1997 e a pessoa ignorou sua
mão estendida, você ainda se lembra disso em 2007.

Regra número 2: A importância de um favor diminui com o tempo,
enquanto a importância de uma desfeita aumenta. Favor é como um
investimento de curto prazo. Desfeita é como um empréstimo de longo
prazo. Um dia, ele será cobrado, e com juros.

Regra número 3: Um colega não é um amigo. Colega é aquela pessoa que,
durante algum tempo, parece um amigo. Muitas vezes, até parece o
melhor amigo. Mas isso só dura até um dos dois mudar de emprego.

Amigo é aquela pessoa que liga para perguntar se você está precisando
de alguma coisa.

Ex-colega que parecia amigo é aquela pessoa que você liga para pedir
alguma coisa, e ela manda dizer que no momento não pode atender.

Durante sua carreira, uma pessoa normal terá a impressão de que fez um
milhão de amigos e apenas meia dúzia de inimigos. Estatisticamente,
isso parece ótimo. mas não é. A "Lei da Perversidade Profissional" diz
que, no futuro, quando você precisar de ajuda, é provável que quem
mais poderá ajudá-lo é exatamente um daqueles poucos inimigos.

Portanto, profissionalmente falando, e pensando a longo prazo, o
sucesso consiste, principalmente, em evitar fazer inimigos. Porque,
por uma infeliz coincidência biológica, os poucos inimigos são
exatamente aqueles que tem boa memória.

(Max Gehringer)

quarta-feira, setembro 30, 2009

Sobre casamento e amor

Não é bom que o homem esteja só. Far-lhe-ei uma companheira que lhe seja suficiente. (Gênesis 2.18)

Venho me perguntando o que faz as pessoas optarem pelo casamento se contam com outras alternativas para a vida a dois. A justificativa mais comum para o casamento é o amor. Mas devemos considerar que amor é uma experiência cuja definição está em xeque não apenas pela quantidade enorme de casais que “já não se amam mais”, como também pelo número de pessoas que se amam, mas não conseguem viver juntas.

Talvez por estas duas razões – o amor eterno enquanto dura e o amor incompetente para a convivência – nossa sociedade providenciou uma alternativa para suprir a necessidade afetiva das pessoas: relacionamentos temporários em detrimento do modelo indissolúvel. Mas, mesmo assim, o número de pessoas que optam pelo casamento em sua forma tradicional, do tipo “até que a morte vos separe” cresce a cada dia.

Acredito que existe uma peça do quebra cabeça que pode dar sentido ao quadro. Trata-se da urgente necessidade de desmistificar este conceito de amor que serve de base para a vida a dois. Afinal de contas, o que é o amor conjugal? Para muitas pessoas, o amor conjugal é confundido com a paixão. Paixão é aquela sensação arrebatadora que nos faz girar por algum tempo ao redor de uma pessoa como se ela fosse o centro do universo e a única razão pela qual vale a pena viver. Esta paixão geralmente vem acompanhada de uma atração quase irresistível para o sexo, e não raras vezes se confunde com ela. Assim, palavras como amor, paixão e tesão acabam se fundindo e tornando-se quase sinônimas.

Este conceito de amor justifica afirmações do tipo “sem amor nenhum casamento sobrevive”, “sem paixão, nenhum relacionamento vale a pena”, “é o sexo apaixonado que dá o tempero para o casamento”.

Minha impressão é que todas estas são premissas absolutamente irreais e falsas. Deus justificou a vida entre homem e mulher afirmando que não é bom estar só. Nesse sentido, casamento tem muito pouco a ver com paixão arrebatadora e sexo alucinante. Casamento tem a ver com parceria, amizade, companheirismo, e não com experiências de êxtase. Casamento tem a ver com um lugar para voltar ao final do dia, uma mesa posta para a comunhão, um ombro na tribulação, uma força no dia da adversidade, um encorajamento no caminho das dificuldades, um colo para descansar, um alguém com celebrar a vida, a alegria e as vitórias do dia-a-dia. Casamento tem a ver com a certeza da presença no dia do fracasso, e a mão estendida na noite de fraqueza e necessidade. Casamento tem a ver com ânimo, esperança, estímulo, valorização, dedicação desinteressada, solidariedade, soma de forças para construir um futuro satisfatório. Casamento tem a ver com a certeza de que existe alguém com quem podemos contar apesar de tudo e todos ... a certeza de que, na pior das hipóteses e quaisquer que sejam as peças que a vida possa nos pregar, sempre teremos alguém ao lado.

Nesse sentido, não é certo dizer que sem amor nenhum casamento sobrevive, mas sim que sem casamento nenhum amor sobrevive. Não é certo dizer que sem paixão, nenhum relacionamento vale a pena, mas sim que sem relacionamento nenhuma paixão vale a pena. Não é o sexo apaixonado que dá o tempero para a vida a dois, mas a vida a dois que dá o tempero para o sexo apaixonado. Uma coisa é transar com um corpo, outra é transar com uma pessoa. Quão mais valiosa a pessoa, mais prazeroso e intenso o sexo. Quão menos valorizada a pessoa, mais banal a transa.

Assim, creio que podemos resumir a vida a dois, entre homem e mulher, conforme idealizada por Deus, em três palavras que descrevem um casal bem sucedido...

Um casal bem sucedido é um par de amantes.

Um casal bem sucedido é um par de amigos.

Um casal bem sucedido é um par de aliados.

São três letras A que fornecem a base de uma relação duradoura. Amante se escreve com A. Amigo se escreve com A. Aliado se escreve com A. E não creio ser mera coincidência o fato de que todas as três, amante, amigo e aliado, se escrevem com A... A de AMOR.

Ed Renê Kivitz

http://www.ibab.com.br/

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