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domingo, fevereiro 20, 2011

“COMO AGIR NOS MOMENTOS DE CRISE”



Valdenira Nunes de Menezes Silva


João 14:27 “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou: não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize.”


Não há casamento perfeito ou marido perfeito. Assim como o seu casamento, o meu também, de tempos em tempos, tem problemas. Algumas mulheres reagem como se fossem um vulcão em erupção, outras congelam as suas raivas dentro de si. Em qual destes dois tipos de reações você se enquadra? Ambas as reações atingem, profundamente, além do casamento, a saúde.

Se somos destas pessoas que congelam suas raivas dentro delas, tornamo-nos pessoas amargas, mártires e nem somos felizes, nem fazemos o nosso marido feliz. O preço do silêncio é muito caro, pois com esta nossa atitude, desconectamos as linhas de comunicação e o nosso organismo reage negativamente.

A Bíblia nos diz em Efé 4:26 “...não se ponha o sol sobre a vossa ira.” Não deixe que as raízes da amargura se intensifiquem e tomem conta de seus conflitos dia após dia. O peso dos problemas carregado até o dia seguinte são raízes de amargura que envenenam seu corpo, afetam seus pensamentos e ações, formam suas expressões faciais escassas e podem causar problemas físicos.

Para que o seu casamento caminhe bem é necessário que entre você e seu marido exista comunicação. Não deve existir entre vocês segredos nem enganos e, em vez de ataques, devem usar o tato.

Vejamos algumas sugestões que nos mostrarão como agir, sabiamente, em momentos de crise...

1- CONTROLE SUAS LÁGRIMAS
Nós mulheres somos muito mais sensíveis e complexas, emocionalmente, do que os homens. E, por termos estas características, é que mostramos nossas emoções através das lágrimas. Chorar de maneira suave, calma, algumas vezes, faz o homem sentir-se protetor e forte mas o choro estridente, com soluços fortes, torna-o enervado e pronto para se afastar de nós.

Uma esposa contou-me, certa vez, que quando ela ficava zangada com seu marido ela dizia... “Vou ficar nervosa! Espere um minuto!”Às vezes, ela corria para o quarto, chorava e chegava até a sentir pena dela mesma. Após ficar calma, enxugava as lágrimas, procurava ficar a mais normal possível e voltava para terminar a conversa. Ela disse que se esforçava para não ficar zangada, não importuná-lo nem recusar o sexo para castigá-lo. Ela procurava dizer o que tinha que dizer e depois o perdoava e esquecia de tudo.

Da próxima vez que seu marido a ofender, em vez de chorar, ou responder como se fosse um vulcão em erupção, ou ainda jogar tudo para o alto e deixar para lá – congelando tudo em seu coração – pense com sabedoria em como poderia responder às suas atitudes. Isto para mim e para você é um desafio!

2- PLANEJE O LOCAL ADEQUADO E A ATMOSFERA
Antes de explodir, chorar, se lamentar, se lamuriar, converse com o Senhor, peça Sua ajuda e orientação. A Bíblia diz em Pro 31:27 que a mulher virtuosa “Abre a sua boca com sabedoria ...” Pare, pense antes de falar aquilo que futuramente você vai se arrepender. Peça ao Senhor que tire o seu nervosismo e a transforme numa mulher discreta e afetuosa.

Se você quer salvar seu casamento, procure falar com o seu marido na hora e lugar certos. Evite ter que ouvir dele o seguinte... “Mas será que precisamos salvar nosso casamento, justamente, na hora em que estou lendo o jornal?”

Se seu marido está chegando em casa cansado, não abra a porta armada. Deixe-o relaxar até que esteja receptivo, pois só assim sua chance de resolver os problemas é bem maior. Se você interrompe seu programa favorito, não pode esperar que ele ouça com alegria o que você tem a dizer.

É mais fácil resolver um problema quando o açúcar no sangue do nosso marido está maior. A melhor hora é após o jantar quando ele está satisfeito e as crianças já foram dormir. Também não é muito bom deixar para muito tarde.

Prepare a atmosfera dizendo que ele é muito importante para você. Diga-lhe que você ver o problema do ponto de vista dele mas que gostaria que ele também compreendesse como você se sente. Independente da reação dele, procure ser sábia, calma e continue orando.

3- DIGA-LHE, GENTILMENTE O QUE VOCÊ SENTE NO CORAÇÃO
A Bíblia nos ensina a falar a verdade com amor. Diga-lhe o que a aborrece mas mantenha o auto-controle.

Shakespeare, apesar de não ser um crente, nos aconselha de maneira sábia: “Sempre suave sua voz,
Gentil, baixa, algo excelente em uma mulher.”

Ao falar com seu marido, concentre sua atenção em seus sentimentos, não nos defeitos dele. Em vez de dizer... “Você nunca ...”, fale o que sente dizendo: “ Sinto que ...”. Expresse sua emoção com palavras brandas porque sabemos que “a palavra branda desvia o furor.” Se você fala calmamente, ele então vai entender o que vai dentro de você. O seu objetivo, quando está conversando com ele, é fazer-se compreender e não exigir uma mudança de opinião dele. Quando ele compreender como você se sente, desejará mudar o que a vem aborrecendo.

Se eu como esposa levantar a minha voz, ou ficar nervosa, ele também ficará. Nunca repita o que já foi dito, pois isto o importunará. Fale com amor o que tem a falar e agradeça-lhe por ter-lhe ouvido. A reação de cada marido é diferente. Uns poderão ficar magoados, outros explodirão mas devemos permitir esta explosão e nos calar para obtermos vitória, pois sabemos que Deus trabalhará o meu coração e o dele.

4- ESQUEÇA E PERDOE
Mesmo que a reação do seu marido seja negativa procure esquecer tudo e o perdoe de todo o coração, pois o perdão é essencial para um bom casamento. G.K. Chersterton disse... “Perdoar significa perdoar algo imperdoável, ou não haverá virtude no perdão.” E se você é aquela esposa que diz não poder perdoar mais seu marido porque seus erros são tantos e constantes que você já está cansada de tanto perdoar, lembre-se de que Jesus nos mandou perdoar setenta vezes sete, o que significa 490 vezes.

Algumas mulheres têm memória terrível – nunca esquecem nada! Perdoar significa esquecer. A mulher que não esquece, com certeza sofrerá de fadiga física e depressão mental. Jesus nos ensinou a perdoar, quando Ele disse: “Perdoa-nos os nossos pecados, assim como nós perdoamos ...”

5- PROTEJA-O
As estatísticas mostram que a maioria dos acidentes de carro acontecem nas primeiras horas da manhã, mais do que em qualquer outro momento. A razão disto é que o marido sai de casa pela manhã para o trabalho, zangado, irritado com suas esposas ou filho e levam suas frustrações para o volante.

Lembre-se de que sua atitude prepara a atmosfera em seu lar mas também determina as atitudes de seu marido durante o dia.

A Bíblia nos ensina a correr atrás da paz. Proteja seu marido substituindo a sua raiva pela compreensão.

Uma esposa afetuosa cancelou várias festas de Natal de sua agenda ao perceber que seu marido se achava exausto. Mais tarde, ela disse que as festas em casa foram as mais alegres que ela teve até aquele momento.


Que o Senhor nos dê sabedoria para agirmos do modo que Lhe agrada e dentro da Sua vontade.

(Estudo parcialmente, baseado no livro de Marabel Morgan “A Mulher Total”)

sábado, fevereiro 05, 2011

Casamento : "Carregue sua esposa nos braços"

Naquela noite, enquanto minha esposa servia o jantar, eu segurei sua mão e disse: "Tenho algo importante para te dizer". Ela se sentou e jantou sem dizer uma palavra. Pude ver sofrimento em seus olhos.

De repente, eu também fiquei sem palavras. No entanto, eu tinha que dizer a ela o que estava pensando. Eu queria o divórcio. E abordei o assunto calmamente.

Ela não parecia irritada pelas minhas palavras e simplesmente perguntou em voz baixa: "Por quê?"

Eu evitei respondê-la, o que a deixou muito brava. Ela jogou os talheres longe e gritou "você não é homem!" Naquela noite, nós não conversamos mais. Pude ouví-la chorando. Eu sabia que ela queria um motivo para o fim do nosso casamento. Mas eu não tinha uma resposta satisfatória para esta pergunta. O meu coração não pertencia a ela mais e sim a Jane. Eu simplesmente não a amava mais, sentia pena dela.

Me sentindo muito culpado, rascunhei um acordo de divórcio, deixando para ela a casa, nosso carro e 30% das ações da minha empresa.

Ela tomou o papel da minha mão e o rasgou violentamente. A mulher com quem vivi pelos últimos 10 anos se tornou uma estranha para mim. Eu fiquei com dó deste desperdício de tempo e energia mas eu não voltaria atrás do que disse, pois amava a Jane profundamente. Finalmente ela começou a chorar alto na minha frente, o que já era esperado. Eu me senti libertado enquanto ela chorava. A minha obsessão por divórcio nas últimas semanas finalmente se materializava e o fim estava mais perto agora.

No dia seguinte, eu cheguei em casa tarde e a encontrei sentada na mesa escrevendo. Eu não jantei, fui direto para a cama e dormi imediatamente, pois estava cansado depois de ter passado o dia com a Jane.

Quando acordei no meio da noite, ela ainda estava sentada à mesa, escrevendo. Eu a ignorei e voltei a dormir. Na manhã seguinte, ela me apresentou suas condições: ela não queria nada meu, mas pedia um mês de prazo para conceder o divórcio. Ela pediu que durante os próximos 30 dias a gente tentasse viver juntos de forma mais natural possivel. As suas razões eram simples: o nosso filho faria seus examos no próximo mês e precisava de um ambiente propício para prepar-se bem, sem os problemas de ter que lidar com o rompimento de seus pais.

Isso me pareceu razoável, mas ela acrescentou algo mais. Ela me lembrou do momento em que eu a carreguei para dentro da nossa casa no dia em que nos casamos e me pediu que durante os próximos 30 dias eu a carregasse para fora da casa todas as manhãs. Eu então percebi que ela estava completamente louca mas aceitei sua proposta para não tornar meus próximos dias ainda mais intoleráveis.

Eu contei para a Jane sobre o pedido da minha esposa e ela riu muito e achou a idéia totalmente absurda. "Ela pensa que impondo condições assim vai mudar alguma coisa; melhor ela encarar a situação e aceitar o divórcio" ,disse Jane em tom de gozação.

Minha esposa e eu não tínhamos nenhum contato físico havia muito tempo, então quando eu a carreguei para fora da casa no primeiro dia, foi totalmente estranho. Nosso filho nos aplaudiu dizendo "O papai está carregando a mamãe no colo!" Suas palavras me causaram constrangimento. Do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa, eu devo ter caminhado uns 10 metros carregando minha esposa no colo. Ela fechou os olhos e disse baixinho "Não conte para o nosso filho sobre o divórcio" Eu balancei a cabeça mesmo discordando e então a coloquei no chão assim que atravessamos a porta de entrada da casa. Ela foi pegar o ônibus para o trabalho e eu dirigi para o escritório.

No segundo dia, foi mais fácil para nós dois. Ela se apoiou no meu peito, eu senti o cheiro do perfume que ela usava. Eu então percebi que há muito tempo não prestava atenção a essa mulher. Ela certamente tinha envelhecido nestes últimos 10 anos, havia rugas no seu rosto, seu cabelo estava ficando fino e grisalho. O nosso casamento teve muito impacto nela. Por uns segundos, cheguei a pensar no que havia feito para ela estar neste estado.

No quarto dia, quando eu a levantei, senti uma certa intimidade maior com o corpo dela. Esta mulher havia dedicado 10 anos da vida dela a mim.

No quinto dia, a mesma coisa. Eu não disse nada a Jane, mas ficava a cada dia mais fácil carregá-la do nosso quarto à porta da casa. Talvez meus músculos estejam mais firmes com o exercício, pensei.

Certa manhã, ela estava tentando escolher um vestido. Ela experimentou uma série deles mas não conseguia achar um que servisse. Com um suspiro, ela disse "Todos os meus vestidos estão grandes para mim". Eu então percebi que ela realmente havia emagrecido bastante, daí a facilidade em carregá-la nos últimos dias.

A realidade caiu sobre mim com uma ponta de remorso... ela carrega tanta dor e tristeza em seu coração..... Instintivamente, eu estiquei o braço e toquei seus cabelos.

Nosso filho entrou no quarto neste momento e disse "Pai, está na hora de você carregar a mamãe". Para ele, ver seu pai carregando sua mão todas as manhãs tornou-se parte da rotina da casa. Minha esposa abraçou nosso filho e o segurou em seus braços por alguns longos segundos. Eu tive que sair de perto, temendo mudar de idéia agora que estava tão perto do meu objetivo. Em seguida, eu a carreguei em meus braços, do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa. Sua mão repousava em meu pescoço. Eu a segurei firme contra o meu corpo. Lembrei-me do dia do nosso casamento.

Mas o seu corpo tão magro me deixou triste. No último dia, quando eu a segurei em meus braços, por algum motivo não conseguia mover minhas pernas. Nosso filho já tinha ido para a escola e eu me vi pronunciando estas palavras: "Eu não percebi o quanto perdemos a nossa intimidade com o tempo".

Eu não consegui dirigir para o trabalho.... fui até o meu novo futuro endereço, saí do carro apressadamente, com medo de mudar de idéia...Subi as escadas e bati na porta do quarto. A Jane abriu a porta e eu disse a ela "Desculpe, Jane. Eu não quero mais me divorciar".

Ela olhou para mim sem acreditar e tocou na minha testa "Você está com febre?" Eu tirei sua mão da minha testa e repeti "Desculpe, Jane. Eu não vou me divorciar. Meu casamento ficou chato porque nós não soubemos valorizar os pequenos detalhes da nossa vida e não por falta de amor. Agora eu percebi que desde o dia em que carreguei minha esposa no dia do nosso casamento para nossa casa, eu devo segurá-la até que a morte nos separe.

A Jane então percebeu que era sério. Me deu um tapa no rosto, bateu a porta na minha cara e pude ouví-la chorando compulsivamente. Eu voltei para o carro e fui trabalhar.

Na loja de flores, no caminho de volta para casa, eu comprei um buquê de rosas para minha esposa. A atendente me perguntou o que eu gostaria de escrever no cartão. Eu sorri e escrevi: "Eu te carregarei em meus braços todas as manhãs até que a morte nos separe".

Naquela noite, quando cheguei em casa, com um buquê de flores na mão e um grande sorriso no rosto, fui direto para o nosso quarto onde encontrei minha esposa deitada na cama - morta.
Minha esposa estava com câncer e vinha se tratando a vários meses, mas eu estava muito ocupado com a Jane para perceber que havia algo errado com ela. Ela sabia que morreria em breve e quis poupar nosso filho dos efeitos de um divórcio - e prolongou a nossa vida juntos proporcionando ao nosso filho a imagem de nós dois juntos toda manhã. Pelo menos aos olhos do meu filho, eu sou um marido carinhoso.

Os pequenos detalhes de nossa vida são o que realmente contam num relacionamento. Não é a mansão, o carro, as propriedades, o dinheiro no banco. Estes bens criam um ambiente propício a felicidade mas não proporcionam mais do que conforto. Portanto, encontre tempo para ser amigo de sua esposa, faça pequenas coisas um para o outro para mantê-los próximos e íntimos. Tenham um casamento real e feliz!

(Autor Desconhecido)

terça-feira, dezembro 14, 2010

Colunas de sustentação de um casamento: Posição social satisfatória.

O que o homem mais deseja é o que lhe faz bem; porém é melhor ser pobre do que mentiroso. Provérbios 19:22.

Com relação ao nosso status social, a melhor coisa que se pode fazer é procurar viver bem, tranquilo, dentro de suas posses. Viver acima ou abaixo do seu padrão social acaba gerando frustrações e falta de paz.

Ter equilíbrio financeiro, manter as contas em dias, e à medida que Deus vai abençoando, vai adquirindo aquilo que deseja tua alma, esse é o segredo.É melhor viver com menos do que com muitas dívidas.Paulo nos diz que aprendeu a viver bem em todas as circunstâncias, tanto no muito como no pouco, esse também é um bom conselho. Tentar viver impressionando as pessoas desgasta as nossas emoções e nos torna mentirosos com a nossa vida. Vivemos aquilo que na verdade não somos.


Como diz alguém, “viver como rico, mas com dinheiro de pobre” é buscar a sepultura financeira.

Aprenda a glorificar a Deus por aquilo que já possui, e dependa Dele para continuar prosperando, assim ele te honrará, veja o texto: “Riquezas e honras estão comigo; assim como os bens duráveis e a justiça. Provérbios 8:18”.

Não tente acelerar o processo de enriquecer, pois quando se faz isto, perde-se valores como honestidade e lealdade, conforme diz Salomão:

“O homem fiel será coberto de bênçãos, mas o que se apressa a enriquecer não ficará impune. Provérbios 28:20.

E lembre-se do que Paulo escrevendo a Timóteo disse com relação ao amor ao dinheiro. Ele disse que é a raiz de todos os males. Veja bem, o mal não é o dinheiro, mas o amor a ele. Compreender que não somos desta terra, que somos somente peregrinos, nos faz melhor com relação à ganância por posses.


Jesus falou que não é possível servir a dois senhores, a Deus e a Mamom ( Deus das riquezas), e acredito que isto deveria bastar para procurássemos viver contente com a nossa posição social, sem no entanto, deixar de buscar de forma sensata, melhores condições de vida.

A ostentação e comparação é um mal terrível, na verdade um pecado que se comete, e se não houver vigilância por parte do cristão, logo estará fazendo estas coisas que são próprias do homem sem Deus.

A nossa luta deve ser sempre no sentido de que não vivamos abaixo do padrão que temos condições de viver, como é o caso daqueles que vivem na mesquinharia, na avareza e acabam tendo uma vida sofrível, e nem também acima daquilo que é o nosso nível social, pois nesse caso também será cheio de transtorno a vida. É preciso reconhecer que a vida financeira pode unir ainda mais um casal, mas pode também ser o motivo de separação, por isso leve a sério o governo da tua casa.

Não construa a sua casa, nem forme o seu lar até que as suas plantações estejam prontas e você esteja certo de que pode ganhar a vida, ensina Salojmão em Provérbios 24:27.

Alguém disse: " Com ele eu moro até debaixo da ponte", porém a realidade é bem diferente, e a crise financeira tem se mostrado como sendo um dos principais motivos de separação. Não permita que a crise separe aqueles que Cristo uniu. Para tanto é preciso:

Planejamento antes do casamento, conforme orienta a bíblia em Provérbios 24:27 onde o sábio Salomão diz que antes de se casar é preciso acertar os negócios lá fora, preparar um campo, plantar uma lavoura e depois edificar a casa . Note que o casamento ficou para depois de tudo pronto. Dividas pagas, trabalho arrumado e aí sim, o casamento.

É preciso saber diferenciar "desejos" e "necessidades". Se as pessoas olharem para dentro de suas casas descobrirão “bugigangas” que compraram e que poucas vezes usaram. São utensílios de cozinha , espremedeira de nhoque, máquina de fazer pão, cortador de legumes, vassoura elétrica, espanador à bateria, enfim, um monte de coisas que pensaram ser uma necessidade e no fim era apenas um desejo.

Ter domínio próprio e não comprar nada por empolgação, pois diante de uma aquisição de um carro novo, por exemplo, há uma descarga de adrenalina tão forte que provoca alterações na nossa capacidade de usar a razão, a gente fica "cego" e acredita que é um bom negócio quando as vezes não é,ou pelo menos, não era uma boa hora para se comprar aquele bem.

Estabelecer prioridades e ser rígido nesse propósito, mesmo porque deve haver primeira a realização do "sonho a dois", antes do "meu sonho". Estabelecendo o que e quando comprar e cumprindo o que foi estabelecido, o casal não pulveriza e nem desvia o dinheiro e pode comprar algo de valor.

Comprar aquilo que põe dinheiro no bolso e não aquilo que tira dinheiro. Nossas compras devem ter sempre que possível o condão de investimento, na verdade, bom investimento.

Muitas vezes as pessoas adquirem muitas coisas que tiram dinheiro do bolso. No aniversário da filha o pai dá de presente um celular de última geração, aí eu pergunto quem irá pagar aquela conta? O pai, com certeza. Exemplo de bens que tiram dinheiro do meu bolso: querer um novo modelo de celular constantemente, comprar um carro mais novo, só que financiado; comprar objetos para dentro de casa que na loja tem alto preço, mas se for preciso vender não vale quase nada como, por exemplo: um tapete persa, equipamento de som residencial sofisticado, etc.


Exemplo de coisas que trazem dinheiro para o meu bolso: ações, títulos de capitalização, imóvel que gere renda, compra de empresa lucrativa para que outros administrem.Um conselho: Leia o Livro Pai Rico, Pai Pobre.

A idéia deve ser está: Este bem vai por dinheiro no meu bolso ou vai tirar. Qual é o retorno do investimento?

Tenha um orçamento, uma planilha de custo das despesas domésticas, para saber o quanto entra em casa, o quanto sai, e para onde está indo o seu dinheiro. Em caso de necessidade de contenção de despesas, saberá onde fazer os cortes. Empenhar em não se endividar, tendo sempre uma reserva para as emergências.

Nas compras de alto valor discutir com o cônjuge antes para uma avaliação mais abalizada quantos a valores, qualidade, marca, momento certo da compra, etc., para que também seja objeto de alegria para os dois e não de contenda.

Não contar com aquilo que ainda não está em suas mãos, para não ser surpreendido.

Em caso de crise, dialogue, discuta , combine, planeje, e cumpra com o plano, e lembre-se que a crise gera stress e as brigas tendem a aumentar. Busque a direção de Deus, lembrando que teu cônjuge não é o teu inimigo, o teu inimigo é a crise.

Não pulverize o dinheiro que sobra, guarde para comprar algo relevante

Alguns casais quando tem alguma sobra do salário, ao invés de guardarem, acabam gastando com coisas de pouca importância, de modo que pulverizam o dinheiro. É interessante guardar este pouco que sobra todo mês para comprar algo de maior valor e importância.

Sejam fiéis nos dízimos e ofertantes na casa de Deus

Cada um de nós individualmente somos responsáveis pela manutenção da Casa de Deus, sua igreja. E há benção prometidas para quem recebe com mansidão esta palavra. Quando eu me preocupo com a Casa de Deus, Ele se preocupa com a minha casa.

Aumente sua renda, crie oportunidades.

Quem observa o vento, nunca semeará, o que olha para as nuvens nunca segará. Ecl 11:4

Quando o dinheiro não está dando, só tem duas saídas, aumentar a renda e cortar despesas. Coloque uma nova atividade em oração e busque descobrir, use a criatividade, procure primeiro dentro de você mesmo, aquilo que você sabe fazer bem pode lhe trazer dinheiro.

Economize, corte despesas. Em situação normal você deve guardar 10% de sua renda. Em outros momentos mais críticos deve analizar e fazer cortes necessários ou possíveis.
Assim como há pessoas pobres e pessoas ricas há países pobres e países ricos. A diferença entre os países pobres e os ricos não é a antigüidade do país. Fica demonstrado pelos casos de países como Índia e Egito, que tem mil de anos de antigüidade e são pobres. Ao contrário, Austrália e Nova Zelândia, que há pouco mais de 150 anos eram quase desconhecidas, hoje são, todavia, países desenvolvidos e ricos.

A diferença entre países pobres e ricos também não está nos recursos naturais de que dispõem, pois o Japão tem um território muito pequeno e 80% dele é montanhoso, ruim para a agricultura e criação de gado, porém é a segunda potência econômica mundial: seu território é como uma imensa fabrica flutuante que recebe matérias-primas de todo o mundo e os exporta transformados, também a todo o mundo, acumulando sua riqueza.

Por outro lado, temos uma Suíça sem oceano, que tem uma das maiores frotas náuticas do mundo; não tem cacau, mas tem o melhor chocolate do mundo; em seus poucos quilômetros quadrados, cria ovelhas e cultiva o solo quatro meses por ano já que o resto é inverno, mas tem os produtos lácteos de melhor qualidade de toda a Europa.


Igualmente ao Japão não tem recursos naturais, mas dá e exporta serviços, com qualidade muito dificilmente superável; é um país pequeno que passa uma imagem de segurança, ordem e trabalho, que o converteu na caixa forte do Mundo.

Também não é a inteligência das pessoas a tal diferença, como o demonstram estudantes de países pobres que emigram aos países ricos e conseguem resultados excelentes em sua educação; outro exemplo são os executivos de países ricos que visitam nossas fábricas e ao falar com eles nos damos conta de que não há diferença intelectual.

Finalmente não podemos dizer que a raça faz a diferença, pois nos países centro- europeus ou nórdicos vemos como os chamados ociosos da América Latina (nós!!) ou da África, demonstram ser a força produtiva desses países.


O que é então que faz a diferença?


A atitude das pessoas faz a diferença.


E para nós que cremos em Deus, e sabemos que Ele não nos criou para vivermos na miséria e sofrimento, mas nos criou para a sua glória, e quando você cristão está vivendo uma boa vida, com paz, tranqüilidade, provisão, então, a sua vida está glorificando a Deus. Mas não se esqueça que as bençãos espirituais devem sempre, em ordem de importância, estar acima das bençãos materias, pois não somos da terra, somos do céu.

Acreditamos sim que Deus prospera o seu povo, mas geralmente trabalha com reação, ou seja, Deus reage diante de suas atitudes, quando você se levanta para realizar, para construir, então, Ele se levanta com você e faz de você um vencedor.
Ao estudar a conduta das pessoas nos países ricos se descobre que a maior parte da população cumpre as seguintes regras, cuja ordem pode ser discutida:


1. A moral como principio básico


2. A ordem e a limpeza


3. A integridade


4. A pontualidade


5. A responsabilidade


6. O desejo de superação


7. O respeito às leis e aos regulamentos


8. O respeito pelo direito dos demais


9. Seu amor ao trabalho


10. Seu esforço pela economia e investimento.



Alguns textos compolementares do tema:
Falei contigo na tua prosperidade, mas tu disseste: Não ouvirei. Este tem sido o teu caminho, desde a tua mocidade, pois nunca destes ouvidos à minha voz. Jeremias 22:2


E te lembrarás de todo o caminho, pelo qual o SENHOR teu Deus te guiou no deserto estes quarenta anos, para te humilhar, e te provar, para saber o que estava no teu coração, se guardarias os seus mandamentos, ou não.Dt 8:2.


Porque o amor ao dinheiro é a raiz de toda a espécie de males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores.


Guarda-te que não te esqueças do SENHOR teu Deus, deixando de guardar os seus mandamentos, e os seus juízos, e os seus estatutos que hoje te ordeno;Para não suceder que, havendo tu comido e fores farto, e havendo edificado boas casas, e habitando-as.E se tiverem aumentado os teus gados e os teus rebanhos, e se acrescentar a prata e o ouro, e se multiplicar tudo quanto tens.Se eleve o teu coração e te esqueças do SENHOR teu Deus, que te tirou da terra do Egito, da casa da servidão.Dt 8:11-14

A vida da pessoa honesta é cheia de felicidade, mas quem tem pressa de enriquecer não fica sem castigo. Provérbios 28:20.


Quem enriquece à custa dos pobres ou dando presentes aos ricos acabará ficando pobre. Provérbios 22:16

(http://casadosemcristo.blogspot.com/)

quarta-feira, setembro 22, 2010

Coluna de sustentação de um casamento: Valores Morais presentes na vida do casal

Por Pastor Ismael

“Manterei minha retidão, e nunca a deixarei; enquanto eu viver, a minha consciência não me repreenderá.” Jo 27:6.

Os estudiosos e pesquisadores têm concluído que casais que cultivam valores morais fortes, geralmente, mantém um relacionamento estável por longos períodos, quem sabe, por toda uma vida.

Por sua vez, casais que não se importam muito com tais valores, que relativizam princípios importantes, e cujo hedonismo é exacerbado, onde tudo é válido desde que dê prazer, não costumam durar por muito tempo.

Fico triste quando escuto pessoas falando em desistir da honestidade por ver prosperar a injustiça, de maneira a se nivelar por baixo e não por cima, e fico feliz quando ouço histórias de casais que revelam um caráter íntegro, firmeza de valores, isso é santidade de vida.

Algumas pessoas abandonam a fidelidade, que é uma das grandes virtudes por motivos banais. Já tratei com pessoas que falavam em separação em virtude de uma crise financeira ocasional, por exemplo.Também já orientei outras que ameaçavam trair o marido por se sentir mal amada, sem, no entanto, buscar solucionar o problema através do diálogo. Isso é falta de caráter. A verdade é que algumas pessoas criam outros problemas ao invés de resolverem os que já existem dentro de seus relacionamentos.

Penso que devemos tratar a nossa integridade moral , como algo inegociável, santo mesmo. Abandonar todo tipo de trapaça e falcatruas, não compactuar com o mal, falar e viver a verdade mesmo quando isso possa nos prejudicar. Paulo fala disso:
“Na verdade é já realmente uma falta entre vós, terdes demandas uns contra os outros. Por que não sofreis antes a injustiça? Por que não sofreis antes o dano.” I Co 6:7.

Ele está dizendo que é uma vergonha irmãos viverem em litígios nos tribunais humanos, para ele seria melhor ficar com o prejuizo, com o dano, do que ver tais coisas acontecendo. Quando abrimos mão de nossos direitos por amor ao evangelho, Cristo se torna o nosso defensor, e de alguma forma espantosa seremos recompensados por esta decisão.

Outros há que mantém a sua retidão até que cheguem as pressões, porém não têm estrutura suficiente para se conservarem honestos e sinceros e logo sucumbem aos apelos e pressões das circunstâncias.

Encontramos na Bíblia a história de um marido integro, mas casado com uma mulher que não soube se manter em fidelidade quando veio a pressão, este casal é Urias e Bate Seba.



Veja a história:

“E aconteceu que, tendo decorrido um ano, no tempo em que os reis saem à guerra, enviou Davi a Joabe, e com ele os seus servos, e a todo o Israel; e eles destruíram os filhos de Amom, e cercaram a Rabá; porém Davi ficou em Jerusalém.E aconteceu que numa tarde Davi se levantou do seu leito, e andava passeando no terraço da casa real, e viu do terraço a uma mulher que se estava lavando; e era esta mulher mui formosa à vista.E mandou Davi indagar quem era aquela mulher; e disseram: Porventura não é esta Bate-Seba, filha de Eliã, mulher de Urias, o heteu?Então enviou Davi mensageiros, e mandou trazê-la; e ela veio, e ele se deitou com ela (pois já estava purificada da sua imundícia); então voltou ela para sua casa.E a mulher concebeu; e mandou dizer a Davi: Estou grávida.Então Davi mandou dizer a Joabe: Envia-me Urias o heteu. E Joabe enviou Urias a Davi.Vindo, pois, Urias a ele, perguntou Davi como passava Joabe, e como estava o povo, e como ia a guerra.Depois disse Davi a Urias: Desce à tua casa, e lava os teus pés. E, saindo Urias da casa real, logo lhe foi mandado um presente da mesa do rei.Porém Urias se deitou à porta da casa real, com todos os servos do seu senhor; e não desceu à sua casa.E fizeram saber isto a Davi, dizendo: Urias não desceu a sua casa. Então disse Davi a Urias: Não vens tu duma jornada? Por que não desceste à tua casa?E disse Urias a Davi: A arca, e Israel, e Judá ficaram em tendas; e Joabe, meu senhor, e os servos de meu senhor estão acampados no campo; e hei de eu entrar na minha casa, para comer e beber, e para me deitar com minha mulher? Pela tua vida, e pela vida da tua alma, não farei tal coisa.Então disse Davi a Urias: Demora-te aqui ainda hoje, e amanhã te despedirei. Urias, pois, ficou em Jerusalém aquele dia e o seguinte.E Davi o convidou, e comeu e bebeu diante dele, e o embebedou; e à tarde saiu a deitar-se na sua cama com os servos de seu senhor; porém não desceu à sua casa.E sucedeu que pela manhã Davi escreveu uma carta a Joabe; e mandou-lha por mão de Urias.Escreveu na carta, dizendo: Ponde a Urias na frente da maior força da peleja; e retirai-vos de detrás dele, para que seja ferido e morra.” 2Sm11:1-15

Entendamos o fato: Urias estava na guerra, e provavelmente, a sua mulher Bate Seba, vivendo um tempo de carência afetiva e sexual, e não cuidou de se manter honesta naquele momento especial de sua vida, e deu causa a um adultério com o Rei Davi, sendo negligente e facilitando para que ele a visse nua tomando banho. E ele por sua vez, perdeu a postura ética de um rei, de um guerreiro, de homem de Deus, que bastou ficar desocupado, em momento de lazer, que tratou logo de dar vazão a carne adulterando com ela.

Depois de consumado o adultério e recebida a noticia que ela estava grávida, Davi tentou ajeitar as coisas e chamou Urias e mandou que ele descansasse um pouco e fosse dormir em sua casa, desejando com isso justificar a gravidez.Urias, porém, a integridade deste homem era espantosa, e disse ao Rei que jamais se deitaria com sua mulher enquanto homens estavam lá no fronte da batalha.Olha que postura, que decência, realmente, um reto e justo!

Ele poderia se auto justificar assim: “Que diferença faz eu dormir com minha mulher ou dormir nas escadarias do palácio, isso não muda em nada a luta que eles estão travando lá no campo de batalha, afinal de contas, eu estou aqui a mando do rei”. Mas não, Urias travava naquele instante não uma luta contra um inimigo externo, desconhecido, mas consigo mesmo, uma luta contra a sua carne, sua libido, sua sede de sexo,seus hormônios, uma luta para manter a sua honradez e dignidade.

No brasão da Polícia Militar de São Paulo, tem o seguinte lema: “Lealdade e constância”, é incrível isto, lealdade em todos os momentos, inclusive, na pressão.Este é o desafio.

Urias era "um colosso" de pessoa , parafraseando o vice presidente José de Alencar, pois, nem quando alcoolizado ele perdia a integridade de guerreiro; não é sem motivo que a bíblia se refere a ele como um herói.

O resto da história você sabe, Davi foi tão convarde e injusto que escreveu uma carta ao comandante Joabe e mandou que o próprio Urias a levasse, e naquela carta estava a sua sentença de morte.

Deus se aborreceu com isto, e quando nasceu o filho de Davi e Bate Seba, Ele o recolheu e provocou um grande sofrimento no casal.

Encontramos na Bíblia exemplos poderosos de casais que mantiveram a sua integridade mesmo diante das pressões e circunstâncias adversas.

Jó também era um caso desses; sua esposa vendo que tudo estava indo de mal a pior mandou que ele abandonasse a sua integridade, amaldiçoasse a Deus e morresse (Jó 2:9), mas ele retrucou dizendo que ela deveria estar louca para falar algo assim. A integridade de Jó fez com que o seu casamento se sustentasse até o fim dos seus dias, a crise passou, a retribuição de Deus chegou e eles estavam juntos como marido e mulher e assim geraram mais dez filhos.

Valores forte deram a sustentação ao casamento de Jó.

Outro dia um marido me disse: “Pastor, minha mulher é linda no seu interior e isso me basta. Sou apaixonado por ela, por aquilo que ela é enquanto pessoa humana e não só pelo prazer que o seu corpo possa me oferecer.”

Eu achei muito bonito isto, numa geração que valoriza a beleza física, a perfeição corpórea, encontrarmos alguém exaltando a beleza moral de sua esposa.

A verdade é que somos atraídos não só pela beleza das pessoas, mas também pelas suas virtudes. Em I Pe 3, a Bíblia recomenda que as mulheres não façam de sua beleza física uma prioridade, mesmo porque à medida que envelhecemos o padrão de beleza vai sofrendo alterações, de forma que não pode ser a garantia de continuidade de um relacionamento.Ele recomenda que as mulheres busquem a beleza interior, ou seja, que acrescentem valores morais em suas vidas.
Muitas vezes vejo moças lindas, modelos de beleza na TV, mas que são tão superficiais, tão programadas, sempre com as mesmas palavras, os mesmos sonhos, tudo muito artificial, e fico com pena, um desperdício e assim o brilho se esvai.

Um homem que tenha um pouquinho de profundidade no seu caráter não se contenta só com a beleza física de uma mulher, ele exige algo mais, que são os atributos de caráter moral e espiritual, e isso o atrai, chama a sua atenção.Penso que seja o caso do homem cristão, pois cultiva o bem dentro de seu coração.

Vamos conferir o resultado de uma pesquisa feita com 15.000 pessoas de ambos os sexos, na faixa etária de 17 a 60 anos, e veja o que homens procuram em suas parceiras e também o que as mulheres procuram nos homens:

O que os homens procuram(por ordem de importância):

1-Personalidade

2-Boa aparência

3-Inteligência

4-Humor

5-Corpo bonito

Perceba que a beleza física não é a principal virtude que um homem busca em uma mulher, mas sim a sua personalidade.

O que as mulheres procuram:( por ordem de importância):

1-Personalidade

2-Humor

3-Sensibilidade

4-Inteligência

5-Corpo bonito

A mídia fala tanto em beleza física, valorizando o corpo e as formas para vender seus produtos, que nós começamos a acreditar que a beleza física é tudo, em detrimento do que é mais importante, que são os valores morais e espirituais da pessoa.

Fico imaginando a situação de Abigail (I Sm 25) cujo marido era Nabal, um louco, de acordo com o significado do nome e de acordo também com o seu proceder.Com sua avareza negou uma ajuda a Davi quando este fugia de Saul, não reconhecendo que de alguma forma o grupo de Davi servia como protetores de seu rebanho e custaria muito pouco para ele retribuir-lhe a bondade. Davi, cheio de ódio preparou a sua tropa para arrasar com toda a família e a propriedade dele, mas quando Abigail soube desta ameaça, foi ter com ele e pediu miserícordia. Sabe o que Nabal fazia nesse meio tempo? Festava e se embebedava sem se dar conta do mal que estava chegando. Meu Deus !!, quantos maridos, hoje, se parecem com este louco. É grande o número de mulheres que têm de assumir tudo sozinhas por falta de hombridade de seus maridos, um verdadeiro desinteresse pela proteção da família, descaso com o papel que lhe foi atribuído pelo casamento.

Abigail deixou claro que estava infeliz pela pobreza moral de seu marido, estava envergonhada do seu comportamento, um homem duro, maldoso, intratável, então, Deus vendo a sua luta deu um jeito de tirá-lo desta terra e deixa-la livre para ser feliz com outro homem, no caso , o próprio Davi que a tomou para si como esposa. Sorte dele, vez que esta mulher tinha como companheira a sabedoria e a iniciativa, valente e corajosa, uma mulher honrada e dona de uma grande beleza.Mais tarde esta mulher foi levada cativa pelos inimigos.Davi sentou e chorou até não ter mais força para chorar, depois, fortaleceu-se no Senhor e foi buscá-la de volta( I Sm 30).Ele lutou por ela.
Quantas histórias parecidas com esta, onde cônjuges são objetos de vergonha, desonestos nas pequenas e grandes coisas, mau exemplo para a família, tristeza e decepções, verdadeiras casas construídas na areia, que a qualquer momento irá ruir por falta de alicerce moral.

Então é isto, quando valores morais fortes estão presentes em ambos, marido e esposa, isto constitue-se em coluna de sustenção que vai manter o casamento firme por longo tempo, daí a necessidade de cada cônjuge buscar firmar seus valores, pois haverá tempos e fases na vida que esses valores darão suporte para a continuidade do seu casamento.

Entretanto, quando valores morais estão ausentes no casamento, este não pode suster-se por muito tempo.Fama, beleza, dinheiro, sucesso, são coisas pequenas demais para dar suporte a um relacionamento.

E conforme mostrou a pesquisa, além de que facilitar o relacionamento ainda atrai o coração de um para com o outro, trazendo respeito e admiração, que é o que mais se procura um no outro.

A verdade é que o próprio Deus se alegra quando se depara com alguém amadurecido nos seus valores, ele mesmo diz assim:

“Quanto aos santos que há na terra, são eles os notáveis nos quais tenho todo o meu prazer.” Salmos 16:3

Que você seja o melhor de Deus para o teu cônjuge, agregue valores, amadureca, aperfeiçoe, mude o coração, aparte-se do mau, faça o que é bom e justo, isso trará bons resultados para o seu relacionamento conjugal.

Faça um limpeza no seu coração e na sua casa também, ensine isto aos seus filhos, desafie-os a seguirem a justiça e a retidão, faça disso uma bandeira, pois isto, é santidade, e conforme diz a bíblia, a santidade convém aos filhos de Deus.
Leia o que Deus disse a seu povo em Exodo 23, ele promete abençoar o pão e a água, tirar as enfermidades do seu meio, fazer com que não haja esterelidade, fará com que os inimigos batam em retirada, e ainda, que mandará um anjo sempre a frente nas lutas. E qual a condição para que isso aconteça? Que o povo não faça boato maldoso, não seja mentiroso, não torça o direito, não pratique a maldade só porque a maioria o faz. Então quando isto acontece, Ele nos abençoa em nosso viver diário, seja no casamento, no trabalho, enfim, em tudo.

Fonte: MINISTÉRIO CASADOS EM CRISTO

sexta-feira, agosto 27, 2010

Colunas de sustentação de um casamento: APREÇO

Quero tratar aqui sobre uma das principais colunas de sustentação de um casamento, o apreço.



“Então Isaque levou Rebeca para a barraca onde Sara, a sua mãe, havia morado, e ela se tornou a sua mulher. Isaque amou Rebeca e assim foi consolado depois da morte da sua mãe.” Gn 24:67

E Isaque orou insistentemente ao SENHOR por sua mulher, porquanto era estéril; e o SENHOR ouviu as suas orações, e Rebeca sua mulher concebeu. Gênesis 25:21

Interessante, a presença de Rebeca foi capaz de suprir a necessidade de amor que Isaque tinha após a morte de sua mãe. A solidão foi embora e a alegria tomou conta de seu coração, mas como todo casal, ainda havia problemas a serem resolvidos, pois Rebeca era estéril e eles precisavam de um filho. Isaque, então, toma as rédeas do problema e trata disso com Deus de uma maneira tão insistente que conseguiu mover o coração de Deus e ela concebeu. Outros patriarcas optaram por arrumar uma amante para gerarem filhos, mas não Isaque. Este casal, simboliza aquilo que há de melhor nos relacionamentos bíblicos, pois eles viveram numa época em que a poligamia era admissível socialmente, mas nem por isso eles se deixaram influenciar, especialmente porque o amor deles era algo lindo que viveram a dois, sem terceiros, sem nada que roubasse o coração de um ou do outro, era exclusividade total. Eu fico imaginando o quanto Rebeca deve ter se sentido amada ao ver seu marido tratando pessoalmente com Deus sobre o problema que ela tinha. Naquele instante ela era aos seus próprios olhos a mulher mais importante do mundo. Ele poderia ter aproveitado a oportunidade para arrumar uma amante, mas não foi isso que ele fez e a recompensa de ter uma família ajustada foi o que ele ganhou. Basta olhar para a vida de alguns personagens bíblicos e veremos o estrago que as amantes provocaram em suas vidas, veja Abraão e Agar, Elcana e Penina, Davi e Bate Seba, todos com sérios problemas em família, onde tristezas e conflitos eram constantes.

A verdade é que tanto o marido como a esposa têm necessidade de se sentirem importantes para o cônjuge, eles querem ser aceitos com suas virtudes e também com seus muitos defeitos, visto que não se revestiram de perfeição e por melhores que sejam ainda não nasceram asas em suas costas, sinal que continuam humanos e não seres angelicais. Dê uma olhadinha nas costas do seu cônjuge, verifique se lhe nasceram asas, caso não encontre nada aí, além de algumas espinhasm, é sinal de que ele ainda é humano e, portanto, irá precisar ser aceito como é, e de vez em quando, perdoado quando falhar.

Ter apreço por alguém fala do valor que atribuímos a esta pessoa, o quanto ela é importante para nós e o quanto nos importamos com ela, fazendo coisas para o seu bem estar.

O apreço tem a ver com amor, quem sabe um filho do amor. Talvez seja esta a principal coluna de sustentação matrimonial; você pode encontrar todas as outras colunas em um relacionamento, porém, se a coluna do apreço não existir, as demais não serão suficientes para manter um relacionamento por muito tempo. Por isso que Paulo fala em I Co 13 que podemos ter muitas virtudes e poderes, porém, se não houver amor, então, nada feito, seremos como cimbalo que tine. Sabe o que é isso? O cimbalo é um instrumento musical, pratos metálicos que se bate um contra o outro, que tocado sozinho produz som, mas não produz música. E quando acompanhado de outros instrumentos ele se encaixa bem e dá vida a melodia. Assim é o apreço: Pode haver muitas virtudes, porém, se na relação não houver apreço, será só barulho, não haverá melodia nisso tudo.

E você mulher, tem manifestado admiração pelo seu marido? Admiração é sinônimo de apreço. Os homens precisam ser admirados mais por aquilo que fazem, constroem e conquistam do que propriamente pela sua beleza física. Também se sentem amados e aceitos quando enaltecemos os seus valores éticos e morais. Experimente falar das qualidades que você enxerga nele, fale isso não só para ele, mas na presença de outras pessoas, quem sabe dos seus filhos, e fique atento e perceberá o quanto aquilo fez bem a ele. Às vezes, por deficiência nossa, temos o costume de aproveitar a presença de pessoas estranhas para mandar recados para o cônjuge criticando alguns comportamentos, mas isso o aborrece e envergonha e geralmente, não produz o efeito desejado. O correto é censurar em particular e elogiar publicamente.

Goethe, um pensador diz assim: “Trate as pessoas da forma como elas devem ser e ajude-as a se tornarem o que elas são capazes de ser.” Simplificando eu diria: “Trate as pessoas como se elas já fossem e elas serão”.

Trate o marido como se já fosse um cavalheiro e ele se tornará em um, trate a esposa como se ela fosse caprichosa e ela adquirirá capricho nas coisas que faz.

Toda vez que elogiamos a macarronada da esposa, dizendo que ela faz a melhor macarronada do mundo, além de se sentir amada, ela irá caprichar ainda mais no próximo almoço.

Está em nós o dever de cooperar para que os outros sejam melhores a cada dia, isso é apreço, é querer bem, é provocar o melhor no outro.

Apreço também tem a ver com cuidado, estima, segurança e proteção.

Alguém disse: “Quem ama cuida” e é verdade, pois tudo aquilo que queremos bem, aquilo que estimamos nós buscamos proteger, cuidar para que continue assim, sempre reluzente.

O apreço é tão importante que a ausência dele faz com que uma mulher mesmo amando o marido, porém se sentindo abandonada por ele, o traí. E faz isso em busca de ser apreciada, em busca de alguém que lhe atribua algum valor.

Instintivamente, buscamos pertencer a alguém ou grupo que nos aprecie, e é essa necessidade que leva os meninos para as gangs, a menina para o motel com um homem mais velho, que leva a mulher honesta aos braços do amante. O apreço será por cada um de nós buscado, ainda que seja num amor maligno e perverso.

Quando você homem, usa de cavalheirismo para com sua esposa, é sinal de apreço, de estima. Você está, na verdade, lhe conferindo honrarias dignas de alguém que é bem vinda na sua vida. Quando você aguça a sua sensibilidade para atender aos apelos silenciosos dela, é apreço. Outro dia uma esposa disse assim:

“Pastor, meu marido já não me enxergava dentro de casa, já não notava mais que me arrumava para ele, que fiz um corte de cabelo, que comprei roupas íntimas para ficar mais bonita para ele. Um abraço e beijos, só em datas especiais e ainda assim, bem frios, e nisso tudo, eu estava me sentindo um “trapo velho” e daí, trair foi a forma que encontrei para provar para mim mesma que eu não estava morta, que ainda tinha valor para alguém, e com isso eu destruí minha vida”.

Se existe segredos para o sucesso num relacionamento conjugal este é um deles, que o casal para continuar sempre junto deve aumentar o prazer e diminuir os conflitos. E veja que o prazer de se estar junto não requer grandes momentos, coisas extravagantes, não. Não precisa nada disso. Basta um lugar aconchegante, uma praça, um jardim, mãos dadas, braços que se abraçam e bocas que murmuram palavras de amor, do jeitinho que fala a canção. E para diminuir os conflitos, é primeiro diminuir nosso nível de exigência, aumentando nossa tolerância, respeitando as diferenças, e ao invés de criticar o que se faz, o melhor é indicar como gostaria que fosse feito. Não se deve dizer isto ou aquilo está mal feito, está ruim, mas sim, gostaria que fosse feito desta ou daquela maneira, isso muda tudo, não agride e cria a oportunidade de melhorar.

Porque às vezes o casal briga por coisas tão pequenas? Porque o nível de exigência é alto demais. Não se tolera o menor erro, o pequeno deslize, e são essas “rapozinhas”, veja Ct 2:15, que fazem grande mal ao casamento.

Porque será que tratamos com prioridade pessoas que nos tratam apenas como uma opção e tratamos como opção pessoas que deveriam ser tratadas como uma prioridade? Passamos boa parte da nossa vida dando o nosso melhor para pessoas que pouco se importam conosco, e dando o pior para aqueles que nos são mais importantes. É preciso mudar isto com urgência.

Quando um cônjuge percebe que o outro faz o seu melhor para lhe oferecer conforto, segurança, bem estar, carinho, afeto, ternura, então, se dá conta que tem valor, que é especial para alguém e nesse vai e vem de cuidados e zelos, passa a retribuir da mesma forma, e assim o amor cresce e se fortalece, e esta erigida a primeira coluna de sustentação de um casamento duradouro e prazeroso, o apreço.

(MINISTÉRIO CASADOS EM CRISTO)

sexta-feira, julho 23, 2010

O Poder do Marido que Ora

Há muitas coisas que uma mulher deseja ouvir de seu marido.

Três das quatro mais importantes provavelmente são: “Eu te amo”, “Você está linda” e “As contas estão pagas”.

Porém, aquilo que vai fazê-la sentir-se mais amada do que qualquer
outra coisa é “Estou orando por você hoje”.

Se a falta de tempo, o excesso de trabalho, a falta de perdão, as lutas, a criação dos filhos, as carreiras, a diferença de interesses, o tédio ou má comunicação infiltraram-se entre você e sua esposa, Deus pode agir por intermédio de sua oração a fim de derrubar o muro que separa vocês dois, derreter a armadura de proteção e moldá-los juntos em união.

A oração dará a você uma visão de esperança quanto à maneira como Deus pode redimir, restaurar e endireitar as coisas. Orar por sua esposa não vai apenas transformar o coração dela, mas o seu também.

O Poder do Marido Que Ora (Stormie Omartian) é um livro, lançado pela editora Mundo Cristão, que irá mostrar o quão importante é a oração do marido e quão poderosa ela é.

Leia on-line: http://books.google.com.br/books?id=CNKSQjJcdNsC&printsec=frontcover&source=gbs_ge_summary_r&cad=0#v=onepage&q&f=false

quarta-feira, julho 21, 2010

Você é um "marido bíbico"? Tem certeza disso? ÚLTIMA PARTE

Marido, ame a sua esposa.

EXERÇA A AUTORIDADE COM HUMILDADE

A autoridade foi dada ao marido e deve permanecer com ele; entretanto, o homem não deve considerá-la um direito seu, mas uma obrigação. Ele nunca deve pensar no poder que lhe foi entregue sem pensar também na responsabilidade que pesa nos seus ombros. Deve reconhecer que o domínio lhe é um fardo e deve carregá-lo como tal.


Em casa, tudo deve ser feito de acordo com a sua vontade, (baseado no bom senso), pois a responsabilidade é dele. Que ele não fuja dela, nem deixe de exercê-la por falta de firmeza, já que fugir é impossível.


23. A responsabilidade


O marido terá de prestar contas de tudo que, com seu consentimento acontecer em seu lar. Se tolerar o que é insensato, prejudicial e ofensivo à sua família, não haverá justificativa para ele. De nada lhe valerá alegar que permitiu que o leme escorregasse de suas mãos por amor à paz. Que ele não ouse renunciar à sua responsabilidade com o pretexto de que está procurando evitar o mal de uma discórdia doméstica, pois sua responsabilidade não lhe foi dada por homens, mas por Deus.


O marido deve abster-se de uma irritante demonstração de autoridade; todavia, em todos os assuntos de importância, ele precisa, humilde e sabiamente, mas com firmeza e decisão, manter sua posição de cabeça do lar.

24. Mantendo a liderança.

Uma esposa escreveu certa vez o seguinte: “O importante é que vocês não renunciem à liderança. Não nos entreguem as rédeas. Nós consideraríamos isso como uma abdicação que nos confundiria. Deixaria-nos alarmadas e nos faria retroceder. É bem verdade que às vezes procuramos levá-los a renunciar à sua posição de “número um” em nosso lar.


Essa é a terrível contradição que existe
em nós. Aparentemente, estamos lutando com todas as forças para ficarmos com a responsabilidade das decisões; mas no intimo, queremos que vocês vençam. E vocês têm que vencer, pois não fomos feitas para a liderança. Agimos assim só para impressionar”.

25. Respeitando os espaços.

Embora tenha autoridade e responsabilidade sobre tudo o que acontece no lar, o marido precisa respeitar a esfera de ação da esposa no tocante ao desempenho dos encargos a ela atribuídos. Nesta área, a atuação do marido é de supervisionar apenas, deixando a autoridade e responsabilidade imediata com a esposa. A autoridade do marido não será em nada diminuída pelo fato de ele pedir a opinião da esposa ou deixar que ela decida certos assuntos. Será apenas uma questão de bom senso, desde que tais assuntos sejam da alçada dela. É como se o presidente de uma grande companhia deixasse algumas decisões a cargo de seus chefes de departamento.


26
. Ocupando a posição errada.

Todo mundo tem certa tendência para querer se sobressair naquilo que está fora de sua alçada, e para mostrar sua sabedoria em assuntos que não lhe competem. Cai nesse erro a mulher que vive ansiosa para fazer valer sua opinião nos encargos mais importantes do marido. Nele cai também o homem que se envolve com as pequeninas coisas da economia doméstica e imagina que as compreende melhor que sua esposa.


27. Apreciando o trabalho da esposa.

A mulher precisa respeitar a autoridade do marido e sua área de ação; e o marido não deve desfazer das atividades, aparentemente corriqueiras, da esposa. Seria uma injustiça da parte dele julgar que o trabalho dela é sem importância. Deve lembrar-se de que é seu dever não somente sustenta-la, mas também trata-la com carinho e delicadeza, respeitando seus sentimentos. Se depreciar o trabalho e as responsabilidades da esposa, também causará a ela uma mágoa profunda, dificilmente reparável.


28. Valorizando a esposa.

Um conselho quanto à atitude do marido para com sua mulher. Existe uma “vitamina” especial que é imprescindível ao bem-estar de toda esposa. É uma coisa que falta, algumas vezes, até em lares cristãos. A valorização da esposa, ela também precisa sentir-se valorizada, e necessita de motivação. Muitos maridos não se dão conta de como é grande essa carência. Desobrigam-se dela dizendo algo assim: “Olha, meu bem, eu me casei com você, não foi?” ou, então “Agora que eu já me casei com você, não preciso continuar namorando; não é?”.


29. Jóia fina.

Em Provérbios 31.10 e 28, o escritor sacro descreve o valor de uma boa esposa dizendo que “excede em muito o de finas jóias... Seu marido a louva, dizendo: Muitas mulheres procedem virtuosamente, mas tu a todas sobrepujas”.


Marido considere sua esposa um tesouro que lhe foi dado por um Deus generoso. Ame-a. Conceda-lhe honras. Reconheça seus talentos. Mostre gratidão pelo que ela procura fazer, e consideração por seus sentimentos. Procure demonstrar o seu amor por ela, todos os dias, com sinceridade e ternura. Essa “vitamina” diária tornará a vida conjugal muito mais compensadora para ela – e para você.


30. Amai a vossa esposa.


“Maridos, amai a vossa esposa, e não as trateis com amargura.” (Cl 3.19) Nestas palavras, Paulo menciona um defeito encontrado em alguns homens que é pior que todos os outros: a aspereza. Ela acaba com o mais perfeito casamento, mesmo aquele que parecia firme como a rocha. O marido deixa de tomar cuidado com seu modo de agir em relação à “pequenas coisas”, e se permite ser desatencioso em ocasiões quando devia demonstrar amor ternura e o mais elevado respeito.


Age respeitosamente para com qualquer estranho, e é para os de fora que veste suas “melhores roupas”. Entretanto, em casa, ele é uma pessoa totalmente diferente. Seria preferível que magoasse qualquer outra pessoa no mundo, menos aquela que se deu tão completamente a ele.


É dever de o marido procurar alegrar o coração de sua esposa e, através de uma conduta nobre e uma atenção solícita, renovar sempre os laços que os unem. Se ele tem motivos de queixa, que fale com ela, a sós, procurando não ferir os seus sentimentos.


31. Cuidando para não magoar.

Toda censura feita na presença dos filhos e toda reclamação feita diante de estranhos magoam a esposa. Além disso, essa atitude diminui a dignidade do marido. O casamento tem como base a estima mútua, e a cortesia é um dos pontos onde se apóia a estima. É claro que a cortesia precisa ser sincera.


Não pode ser apenas uma ação mecânica, superficial. Todavia, os atos que mostram boas maneiras ajudam o relacionamento, e nenhum casal deve desprezar o seu uso na vida diária. Não se deve ficar indiferente ao problema; boas maneiras não são um incômodo e nem algo ridículo.


O desleixo no trajar e na maneira de falar dentro do lar pode chegar a ser falta de respeito. Sabemos que existe uma estreita relação entre o asseio do corpo e a pureza da alma. Semelhantemente, a negligência das formas aparentes de respeito leva, facilmente, a um menosprezo pela dignidade de si próprio e dos outros.


32. O que recomenda as Escrituras.

Ao exigir que as esposas sejam tratadas com ternura, e respeitadas como co-herdeiras da mesma graça de vida, as Escrituras acrescentam uma admoestação para os maridos:


“... para que não se interrompam as vossas orações”. (I Pe 3.7) É possível que os sentimentos e o amor-próprio da esposa tenham sido feridos pelo marido, e ela carregue no íntimo essa mágoa secreta, que não ousa revelar a ninguém. Existe, porém, um Juiz que está acima de todos e que se interessa por sua tristeza e defende sua causa.


Quando lhe sobrevém um problema, ou nos momentos de meditação, o marido busca a Deus em oração. É então que Deus o leva a perceber como tem agido para com a esposa. Tratou-a mal ou a magoou? Então a sua oração não pode alcançar os céus.


È quando o esposo se dá conta de que os céus estão fechados para ele. Suas palavras como que caem no vazio; morrem ao chegar aos seus lábios. Há algo entre ele e Deus que impede o seu acesso ao trono da graça – a mágoa que causou à esposa. Deus endurece o coração para com o homem, assim como este endureceu o seu para com a sua mulher. Ele foi cruel para com ela e agora precisa aprender que Deus também pode ser severo para com ele.


Talvez ele tenha entristecido o Espírito de Deus ao tratar a esposa como tratou, e agora Deus faz com que experimente grande pesar. Deus agirá com ele da mesma maneira como ele agiu com aquela que foi colocada sob sua autoridade. Não poderá se reconciliar com Deus antes que, com mansidão e à custa de sacrifício pessoal, se reconcilie com a esposa.


33. Aprendendo com Jesus.

A autoridade espiritual é baseada num paradoxo. Jesus disse: “Quem quiser ser o primeiro entre vós, será o último e servo de todos.” Ele mesmo deu uma demonstração prática deste princípio quando lavou os pés dos discípulos.


É extremamente significativo o fato de esse ato de Jesus ter sido precedido das seguintes palavras: “...sabendo este (Jesus) que o pai tudo confiara às suas mãos ... tomando uma toalha, cingiu-se com ela. (Jo 13.3,4).

Plenamente cônscio de sua autoridade espiritual, Jesus lavou os pés dos discípulos. Seu ato tipifica a autoridade espiritual exercida do modo certo. A fonte dessa autoridade não é o orgulho, nem a força, e nem a autoconfiança, mas a humildade. A autoridade de um marido sobre sua esposa e filhos é espiritual, e lhe é conferida por Deus.


Conclusão:

O princípio básico de sua atuação está no mesmo paradoxo ilustrado por Jesus ao lavar os pés dos discípulos e posteriormente, ao deixar-se crucificar. Quem quiser exercer autoridade espiritual deve ser o servo de todos... e estar disposto a morrer em favor daqueles por quem é responsável.


Maridos, amem a sua esposa! Renunciem ao orgulho, ao ego, e aos seus “direitos” pessoais. Sigam o Senhor Jesus até a cruz, e o amor que vem do Calvário – o amor que transforma – florescerá em seu lar!


“Maridos, amai vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela”. (Ef 5.25). Grifo do autor.


Pr. Luiz Cezar de Souza -
http://www.ensinamentocristao.com.br/

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