segunda-feira, fevereiro 01, 2010

Passos Práticos para Entender e Experimentar a Cura

Cura e Aperfeiçoamento


Há tantos tipos diferentes de ensinamentos e opiniões sobre o assunto cura. Mas por ordem para chegarmos num entendimento mais preciso e balanceado sobre o assunto, você e Eu devemos nos achegar a Palavra com a mente aberta para que possamos entender as Escrituras. Tenho estudado a Palavra por mais de 30 anos, e embora eu não saiba tudo sobre cura, tem algumas coisas específicas que Deus tem repetidamente me mostrado que são verdades.

Saiba Que é o Desejo de Deus Que Você Seja Curado

Eu creio que a coisa mais importante que precisamos entender desde o início é que É o desejo de Deus que sejamos curados. Em Lucas 19:10, Jesus disse, Porque o Filho do Homem veio para salvar o que está perdido. Interessantemente, a palavra salvar aqui, assim como em vários outros lugares na Escritura, tem origem na palavra Grega sozo, que significa “fazer por completo — espírito, alma, e corpo”. Em outras palavras, cura física é como salvação para o nosso corpo. Em adição a crer que Deus está fazendo um bom trabalho em nosso espírito e alma, nós também podemos confiar nEle para fazer um ótimo trabalho em nosso corpo.

Como mais podemos saber que é desejo de Deus curar? João 5 indica alguma luz sobre esse assunto. No verso 30, Jesus disse que Ele não procurava fazer a Sua própria vontade, mas somente a do Pai que O enviou. E no verso 19, Ele disse,... Eu te asseguro, mais seriamente te digo, O Filho está capacitado para não fazer sua própria vontade (de Sua própria vontade); Mas Ele está apto para fazer somente o que Ele vê o Pai fazendo, seja o que for que o Pai faz o Filho faz do mesmo jeito [Em Sua vontade]. O que Jesus fez? As Escrituras dizem que Ele veio para trazer cura para todos os oprimidos do diabo. (1) Obviamente, antes de vir para terra, Jesus via o Pai curar as pessoas. Então quando Ele veio para a terra, Ele imitou o desejo do Seu Pai e curou pessoas também.

Agora, vamos dar um passo mais adiante. Em Hebreus 13:8 é verdade — E Eu creio nisso — Jesus é o mesmo ontem, hoje e sempre, então nós temos que crer que hoje Ele ainda está fazendo a vontade do Pai. Isso significa que Ele ainda deseja curar as pessoas em seu espírito, alma e corpo. Pelas Escrituras, sabemos que é desejo de Deus para Seu povo que sejam curados. O que não sabemos ao certo é quando ou como nossa cura irá se manifestar. Se isso acontecer em um minuto, uma hora, cinco semanas ou cinco anos, é importante para nós crermos que é desejo de Deus curar. Isto também é essencial para sermos aperfeiçoados e nos mantermos numa posição correta de espera até a cura chegar. Quando fazemos isso, estaremos aptos a desfrutar nossas vidas e caminhar em paz.

Posicionando-se Contra a Doença

É vital para nós entendermos que é ilegal para Satanás colocar doença em nós, e não há uma boa razão para deixá-lo fazer isso. Foi ilegal para Satanás matar Jesus, mas ele estava apto a fazer isso porque Jesus permitiu a ele. Por que? Porque Jesus estava usando essa ação ilegal para trazer salvação para o mundo! Portanto é ilegal para Satanás nos trazer doença, e nós precisamos nos posicionar contra isso.

A doença não vem sempre a nós repentinamente; muitas vezes começamos a sentir indicações súbitas de que algo esta acontecendo conosco. A partir do momento que começamos a reconhecer os sintomas de doença, precisamos ficar contra eles — precisamos resistir do mesmo jeito que resistimos à tentação do pecado.

Se a tentação vem a mim para me fazer sair com outro homem que não seja meu esposo, eu resistirei a isto com tudo que há em mim. Por que? Porque eu sei que é errado e ceder a isso só trará destruição. Eu valorizo a saúde do meu casamento, e eu faria qualquer coisa para protegê-lo. Esta é a mesma posição que você e eu precisamos ter para cuidar da nossa saúde física.

Como você se posiciona contra a doença? Para iniciantes, suplique ao sangue de Jesus contra toda doença e sobre cada parte do seu corpo — seu sistema imunológico, seus órgãos, suas células sanguíneas e outros. Depois proclame a Palavra sobre o seu corpo. Você pode orar, “Pai, Eu creio que é da sua vontade que eu seja curada. Eu creio que pela cruz de Jesus eu sou curado. A Tua Palavra é saúde e vida para o meu corpo, e isso irá se completar conforme o Seu querer e propósito.” (2).

Uma vez que você fez isso, evite sair por ai dizendo coisas como, “Ai, Estou me sentindo mal”, “Estou tão doente,” ou “Eu sei que vou ficar doente porque todos estão ficando”. Isto coloca sua boca de acordo com a doença. Ao invés, peça para Deus te ajudar a manter sua mente e boca de acordo com a Sua Palavra. Meditando nas escrituras que declaram sua cura, sua boca irá brevemente fazer o mesmo. Muitas vezes essas coisas são tudo o que devemos fazer para ver a doença desaparecer.


Peça a Sabedoria do Senhor

Se a doença persistir ou piorar, vá a Deus e peça a Ele direção. Tiago 1:5 diz, Se, porém, algum de vós necessita de sabedoria, peça-a a Deus [que dá] a todos liberalmente e generosamente, sem censura, e ser-lhe-á concedida.

Muitas vezes eu pedi ao Senhor como lidar com o lado prático da doença que eu estava enfrentando. Eu perguntava coisas como, “Eu devo ir ao médico? Eu devo me operar? Eu devo tomar os remédios ou fazer o tratamento prescrito, sabendo da possibilidade dos efeitos?”. Eu não acreditava que era um pecado ou uma falta de fé ir ao médico ou tomar em remédio. Deus usou ambos em minha vida e a vida de outros para trazer a cura. Nós só precisamos colocar a nossa confiança em Deus — não na medicina ou em médicos — e perceber que Ele é o único que traz cura.

É igualmente importante perguntar a Deus sobre o que a doença é resultado. Simplesmente dizer, “Senhor, o que está errado aqui? Tem algo que eu fiz ou não fiz para abrir as portas para essa doença?” O Senhor pode então mostrar algo que você precisa lidar. Pode ser que você não esteja liberando um perdão sobre alguém ou que você não esteja descansando o bastante ou que você esteja comendo coisas erradas.

Seja o que for que Ele revele, Eu o encorajo a seguir a direção dEle. Isto poderá salvar você de um ataque do coração e problemas mais tarde. Se o Senhor não o mostrar nada, não se desgaste tentando encontrar algo que você fez de errado ou falhou. Somente fique tranqüilo e saiba que Ele é Deus e que Ele tem um grande propósito em permitir alguma doença em sua vida que você pode muitas vezes não ver agora. Pois nosso conhecimento é fragmentário (incompleto e imperfeito)... agora (nós) conhecemos em parte (de forma imperfeita), mas então (nós) iremos conhecer e entender completamente e claramente... (I Corintios 13: 9, 12)


Herdando as Promessas de Deus pelo Desenvolvimento da Paciência

Assim como você e eu estamos esperando no Senhor para inteiramente trazer a nossa cura, a tentação com freqüência chega para nos fazer desistir ou parar de crer em Deus. Satanás sempre irá tentar nos tirar da nossa cura — fazendo-nos pensar que senão recebermos nossa cura, não somos dignos como pessoas ou que Deus não nos ama. Mas isso é uma mentira. Precisamos perceber que cada uma das promessas de Deus não vem a nós imediatamente. Eu creio que a razão disso seja porque Ele está desenvolvendo o fruto do Seu caráter em nós — especialmente paciência.

Certa vez permaneci em fé por cinco anos, esperando Deus me curar de uma disfunção hormonal que estava me causando problemas sérios. Eu também permaneci em fé a mais ou menos dezessete anos atrás para Deus me curar de câncer. Muitas vezes eu não parecia que seria curada, e o medo vinha contra mim. Mas a Palavra de Deus em mim continuava a me motivar a esperar pela cura. Hebreus 10: 35, 36 diz, Não abandoneis, portanto, a vossa confiança; ela carrega uma compensação grande e gloriosa de recompensa. Com efeito tendes necessidade de paciência e perseverança, para que você possa realizar e inteiramente cumprir a vontade de Deus, e desta maneira receber e alcançar [e desfrutar por inteiro] o que está prometido.

Eu creio que ter paciência é melhor que ter cura.

Paciência é para a alma o que cura é para o corpo. Quando temos paciência, nós somos... perfeitamente e inteiramente desenvolvidos [sem defeitos], em nada deficientes (Tiago 1:4). Se eu tivesse recebido a minha cura uma semana depois de estar aflita, eu poderia estar fisicamente curada, mas eu não teria a maturidade espiritual que Deus desenvolveu em mim através dessa jornada. Sim, eu odiava a doença, mas sou grata pelo caráter de Cristo que foi produzido em minha vida.


Focalize Sua Fé

Eu desafio você a tomar esse ensinamento e meditar um pouco. Vá para a Palavra e estude as escrituras sobre a cura para você. Ao fazer, ore e peça a Deus para que permita que Sua verdade penetre em sua alma, expulsando e jogando para fora qualquer pensamento que você tenha que é contrário a Sua Palavra.

Se você está se esforçando para ter fé para a sua cura, eu o encorajo a parar de buscar a sua cura e a começar a buscar o Curador. Concentre-se em adorar a Deus e O agradecer pelo trabalho que Ele esta fazendo em você. Peça a Ele para lhe dar o dom da fé — a habilidade sobrenatural de crer genuinamente nEle sem você se esforçar. Quando Deus dá a você o dom da fé, você estará na paz e no descanso, sabendo que o que você pedir a Ele será concedido no Seu tempo.

Ah, você pode não saber como, quando ou o que Deus irá fazer, mas você saberá que Ele fará. Deus é fiel e Ele irá fazer exatamente o que precisa ser feito em você... e na hora certa.

Decida hoje parar de tentar descobrir todas as respostas para as situações que você está enfrentando e foque a sua fé na verdade que você conhece e entende. Se Deus mostrar para você algo que você fez de errado, peça a Ele para te perdoar, receba o Seu perdão e amor, e prossiga. Viva para o Senhor e caminhe nos Seus caminhos. Confie Nele, seja paciente, e Ele ira trazer a sua cura!

(1) Atos 10: 38 (2) 3 João 2; Isaías 53: 5; Provérbios 4: 20 - 22; Isaías 55: 11

Por Joyce Meyer

segunda-feira, janeiro 25, 2010

Vidas Passadas


O HOMEM VIVE APENAS UMA VEZ AQUI NA TERRA. A Bíblia Sagrada, regra de fé e prática dos cristãos, ensina que “aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo” (Hb 9.27).

Há somente uma oportunidade de aperfeiçoamento, uma oportunidade de salvação, uma única chance de o homem ser recebido no céu após a morte. Esta oportunidade é enquanto ele vive e pode tomar decisões.

Não morremos muitas mortes nem vivemos muitas vidas: “Buscai o Senhor enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto. Deixe o perverso o seu caminho, o iníquo, os seus pensamentos; converta-se ao Senhor, que se compadecerá dele, e volte-se para o nosso Deus, porque é rico em perdoar” (Isaías 55.6-7).

O estado final do homem é irreversível, isto é, a sua situação após a morte, momento em que o espírito se separa do corpo. Não há nenhuma condição de, no além, mudar a situação de condenado para salvo, de injusto para justo, de sair do inferno para o céu.

O Senhor Jesus explicou uma realidade espiritual através da parábola do rico e Lázaro. Este morreu e foi levado pelos anjos para o céu. O rico morreu e foi para um lugar de tormentos. O contexto nos diz que nenhum dos dois tinha possibilidade de mudar de lugar.

Ao ladrão arrependido, Jesus garantiu o céu: “Na verdade, te digo que hoje estarás comigo no Paraíso” (Lc 23.43). O ladrão sairia do céu para viver novas vidas aqui na Terra? De modo algum. Quando há sincero arrependimento, o perdão divino nos alcança. Não precisamos passar por sofrimentos para limpar nossa dívida. Jesus pagou tudo com Seu sangue. No caso do ladrão, vê-se o exemplo mais típico da graça de Deus em operação. Não podemos ganhar o céu mediante nossas obras. Arrependimento e fé são suficientes. Graça é favor divino em prol de quem não merece. É a única chance de salvação que Deus nos oferece. O sacrifício de Cristo nos deu essa chance (v. Efésios 2.8-9).

Estevão, momentos antes de morrer, disse: “Senhor Jesus, recebe o meu espírito” (Atos 7.59). Estevão se esqueceu de que precisaria voltar à vida corpórea e viver por um número indefinido de anos para se purificar? Não, não houve esquecimento. Na verdade, a Igreja nunca falou, nem Jesus ensinou a existência de vidas passadas e retorno á vida presente para alcançar purificação.

Deus nos garante vida eterna com Ele, ou vida eterna sem Ele. Isto é, viver eternamente no Céu, ou viver eternamente no Inferno: “O Diabo, o sedutor deles, foi lançado para dentro do lago de fogo e enxofre, onde já se encontram não só a besta, como também o falso profeta; e serão atormentados de dia e de noite, pelos séculos dos séculos” (Ap 20.10). “E, se alguém não foi achado inscrito no Livro da Vida, esse foi lançado para dentro do lago de fogo” (Ap 20.15).

O ensino de novas vidas terrenas é contrário à Palavra de Deus e especificamente contrário ao ensino do Senhor Jesus e à doutrina do Juízo Final. Vejam:

“Quem crê nele não é condenado; mas quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus” (João 3.18).

“Então, dirá o Rei aos que estiverem à sua direita; Vinde, benditos de meu Pai. Entrai na posse do reino que vos está preparado desde a fundação do mundo. Dirá também o Rei aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o Diabo e seus anjos” (Mt 25.34, 41).

Pr. Airton Evangelista da Costa

05.08.2008

Vídeos pertinentes:

http://br.youtube. com/watch? v=G6X5tv- 0O6I

http://br.youtube. com/watch? v=ghKRclXhYIg

http://br.youtube. com/watch? v=G4oXwvV7IFE

sexta-feira, janeiro 22, 2010

Vamos ajudar a reconstruir o Haiti


“Pastor, por favor, envie um pedido a todas as igrejas do Brasil. Nossas casas, igrejas, hospitais e escolas estão todos destruídos. Não temos internet, água, eletricidade, comida, roupas e medicamentos. Nossas famílias estão passando por dificuldades. Nossos pastores, nossos amigos, nossos irmãos, por favor, nos ajudem” (Jonathan Joseph, pastor haitiano, através de mensagem de celular - a JMM tem como encaminhar ajuda).

Mais uma vez volto a tocar no assunto da ajuda ao Haiti. Quero e vou ser repetitivo. Nossas discussões teológicas sobre se Deus decretou ou apenas sabia do terremoto; se queria ou podia evitá-lo, podem ficar para depois. Agora é preciso ajudar as vítimas do desastre. Agora e por muito tempo, pois não será fácil reconstruir o que já estava destruído antes do terremoto.

Li que Angelina Jolie e Brad Pitt doaram um milhão de dólares para uma organização que está prestando ajuda aos haitianos. É fácil agora pensar que eles tem dinheiro saindo pelo ladrão e podem aparecer fazendo grandes doações. Mas é bom lembrar que tem pastores por aí comprando jatos sem nenhum constrangimento, gastando mais de 10 vezes este valor. E nós, que não podemos doar nada parecido com a oferta do casal hollyoodiano, menos ainda economizar o dinheiro de um jatinho para dar suporte às organizações que estão trabalhando no país, podemos fazer um pouco. Quem sabe se cada um ajudar um pouquinho somamos mais um milhão, ou quem sabe, doze?

A maioria de nós, mesmo se quisesse, não poderia estar lá. Mas outros estão. Compatriotas nossos morreram ajudando o Haiti. Podemos pelo menos, ajudar quem está ajudando o Haiti. Segue uma lista de organizações que estão trabalhando no Haiti, ou estão arrecandando recursos para ajudar. Escolha a que mais se alinha à sua filosofia, religião, teologia, enfim, por falta de organização humanitária é que você não ficará sem ajudar.
























(Post atualizado em 19/01/2010 às 11:20h)

terça-feira, dezembro 22, 2009

Por quê 25 de dezembro?

Jesus nasceu no ano 6 ou 7 antes da era cristã.
A comemoração do Natal de Jesus surgiu de um decreto.

Natal é a celebração do grande amor de Deus, o dia em que Deus nasceu no mundo, trazendo
paz, luz, amor, esperança, uma nova aliança, uma nova vida. O Filho de Deus, Jesus de Nazaré, nasceu em Belém, como uma criança humilde e marginalizada e encontrou todos e todas neste mundo, oferecendo-lhes a presença e a reconciliação de Deus. Em torno deste acontecimento há muitas decisões e tradições herdadas do passado.

Nos relatos bíblicos não encontramos nenhuma referência sobre a data do nascimento de Jesus. Naquela época os calendários eram muito confusos. Os antigos calendários romanos tinham, às vezes, semanas de quinze dias e meses de dez dias, de acordo com a vontade do Imperador reinante. O povo em geral não conhecia as datas de nascimento, casamento ou falecimento. Não existem registros históricos a respeito de "Festas de Aniversário" na Antigüidade.

Sobre o nascimento de Jesus sabemos muito pouco. Ele nasceu antes da morte de Herodes Magno (Mt 2.1; Lc 1.5), que faleceu na primavera de 750 da era romana, quer dizer: no ano 4 antes de Cristo. Conforme estudos o ano mais provável do nascimento de Jesus é 7 ou 6 antes da era cristã.
As primeiras comunidades cristãs não comemoravam o nascimento de Jesus. Somente a partir do ano 350 o Natal começou a ser comemorado no dia 25 de dezembro. Em torno da escolha desta data há uma longa história.

Os Celtas, por exemplo, tratavam o Solstício do Inverno, em 25 de dezembro, como um momento extremamente importante em suas vidas. O inverno ia chegar, longas noites de frio, por vezes com poucos gêneros alimentícios e rações para si e para os animais, e não sabiam se ficariam vivos até a próxima estação. Faziam, então, um grande banquete de despedida no dia 25 de dezembro. Seguiam-se 12 dias de festas, terminando no dia 6 de Janeiro.

Em Roma, o Solstício do Inverno também era celebrado muitos séculos antes do nascimento de Jesus. Os Romanos o chamavam de Saturnálias (Férias de Inverno), em homenagem a Saturno, o Deus da Agricultura, que permitia o descanso da terra durante o inverno.

Em 274 o Imperador Aureliano proclamou o dia 25 de dezembro, como "Dies Natalis Invicti Solis" (O Dia do Nascimento do Sol Inconquistável). O Sol passou a ser venerado. Buscava-se o seu calor que ficava no espaço muito acima do frio do inverno na Terra. O início do inverno passou a ser festejado como o dia do Deus Sol.

A comemoração do Natal de Jesus surgiu de um decreto. O Papa Júlio I decretou em 350 que o nascimento de Cristo deveria ser comemorado no dia 25 de Dezembro, substituindo a veneração ao Deus Sol pela adoração ao Salvador Jesus Cristo. O nascimento de Cristo passou a ser comemorado no Solstício do Inverno em substituição às festividades do Dia do Nascimento do Sol Inconquistável.

Outras curiosidades estão relacionadas com este dia 25 de dezembro. O calendário que adotamos hoje é uma forma recente de contar o tempo. Foi o Papa Gregório XIII que decretou o seu uso através da Bula Papal "Inter Gravissimus" assinada em 24 de fevereiro de 1582. A proposta foi formulada por Aloysius Lilius, um físico napolitano, e aprovada no Concílio de Trento (1545/1563). Nesta ocasião foi corrigido um erro na contagem do tempo, desaparecendo 11 dias do calendário. A decisão fez com que ao dia 4 de outubro de 1582 sucedesse imediatamente o dia 15 de outubro do mesmo ano. Os últimos a adotarem este calendário que usamos foram os russos em 1918.

O fato interessante desta correção é que o Solstício do Inverno foi deslocado para outra data. Dependendo do ano o início do inverno se dá entre o dia 21 e o dia 23 de dezembro. A razão fundamental para a comemoração do Nascimento de Jesus no dia 25 de Dezembro se perdeu com essa mudança no calendário. Mesmo assim o Natal continuou a ser comemorado no dia 25 de dezembro.

Para nós, habitantes do Hemisfério Sul, há menos razões ainda para se comemorar o Natal no dia 25 de dezembro. Nesta data vivemos os primeiros dias do verão e não do inverno. Porém, herdamos as tradições cristãs que vieram do Hemisfério Norte.

Mesmo assim vale celebrar este ato de amor maravilhoso de Deus: Deus veio ao mundo e inaugurou uma nova vida entre nós. Este é o motivo da nossa festa. Vamos juntos, povos do norte e do sul, celebrar e festajar o Natal de Cristo, a chegada do amor de Deus ao mundo.

Por Guilherme Lieven

segunda-feira, dezembro 07, 2009

Nossas Escolhas


A maioria de nossos problemas decorre de nossas escolhas erradas. Em muitos casos, geramos nossos próprios dissabores.

Não que esta seja uma verdade absoluta, salvo se atentarmos para o fato de que todos os males da humanidade tiveram origem na desobediência do primeiro casal. Deixemos a teologia e meditemos em casos concretos.

O homem passa a vida toda ouvindo a advertência de que o cigarro contém umas quatro mil substâncias tóxicas, das quais se destaca a nicotina; é advertido sobre as drásticas conseqüências que isso poderá causar ao corpo. Mas usa de sua liberdade de escolha e continua no vício.

A Medicina adverte para os malefícios do álcool; para a imperiosa necessidade de "se beber, não dirija"; as estatísticas indicam milhares de vítimas fatais no trânsito por causa do alcoolismo. Porém, milhares usam do seu livre arbítrio e continuam dirigindo embriagados.

A Medicina adverte para os cuidados com uma alimentação saudável; para evitar comida gordurosa que eleva as taxas de colesterol; para evitar um acidente vascular cerebral (AVC) que mata milhares todos os anos... Mas muitos não dão ouvidos a essas advertências. Muitos morrem porque não seguem as orientações das placas de trânsito quanto à velocidade máxima e às paradas obrigatórias. Questão de livre escolha.

As penitenciárias estão lotadas de homens e mulheres que fizeram escolhas erradas.

Voltando à teologia, Jesus disse o seguinte: “Entrai pela porta estreita, porque larga é a porta e espaço o caminho que conduz á perdição, e muitos são os que entram por ela” (Mt 7.13). Portanto, são muitos os que escolhem a porta do pecado, e não são poucos os que, diante do vendaval da vida, colocam a culpa em Deus: Por que Deus permitiu? A culpa não é dele. Nossas escolhas é que foram erradas.

07.12.2009

Pr. Airton Evangelista da Costa

sexta-feira, novembro 20, 2009

A não sempre virgem Maria


Alguns católicos ficam atônitos quando a doutrina da sempre virgem Maria é contestada. Se Maria, apesar de casada com José, tivesse ficado virgem até a morte, não tenho nada contra. Ocorre que não encontro apoio bíblico para tal doutrina. Pelo contrário.

Examinei comentários em duas bíblias aprovadas pela igreja romana, a respeito do seguinte versículo:

“E [José] não a conheceu até que deu à luz seu filho, o primogênito, e pôs-lhe o nome de Jesus” (Mateus 1.25).

Leiam o comentário da Bíblia Sagrada, aprovada pela igreja romana, edição ecumênica, BARSA, 1977, tradução do Padre Antonio Pereira de Figueiredo, com notas do Mons. José Alberto L. de Castro Pinto, bispo auxiliar do Rio de Janeiro. De acordo com a foto acima, parte externa e interna, não há dúvida tratar-se de edição da igreja romana. Vejam o que ela registra sobre o versículo acima:

“Enquanto (ou até que): esta palavra portuguesa traduz o latim donec e o grego heos ou, que por sua vez estão calcados sobre a expressão hebraica ad ki que se refere ao tempo anterior [grifo meu] a esse limite sem nada dizer do tempo posterior, cf. Gn 8.7; Sl 109.1; Mt 12.20; 1 Tm 4.13. A tradução exata seria: “sem que ele a tivesse conhecido, deu à luz...”, pois a nossa expressão “sem que” tem o mesmo valor”. Comentários de autoria do Monsenhor José Alberto L. de Castro Pinto, bispo auxiliar do Rio de Janeiro.

A referida Bíblia Católica afirmou que “não a conheceu até que deu à luz” nos diz que, enquanto Maria grávida e até dar à luz, o casal não teve relações íntimas. Maria deu à luz sem que José a tivesse conhecido.

Vejamos agora o que diz a Bíblia de Jerusalém, Paulus Editora, 1973, 8a impressão em janeiro/2000, rubricada em 1.11.1980 por Paulo Evaristo Arns, Arcebispo Metropolitano de São Paulo. O trabalho de tradução foi “realizado por uma equipe de exegetas católicos e protestantes e por um grupo de revisores literários”. Repito, essa bíblia está assinada por um sacerdote católico. Assim comenta:

“O texto não considera o período ulterior [depois do parto] e por si não afirma a virgindade perpétua de Maria [grifo meu], mas o resto do Evangelho, bem como a tradição da Igreja, a supõem”.

Em outras palavras, os exegetas católicos, que trabalharam na edição da referida Bíblia, reconheceram o óbvio, ou seja, que até o nascimento de Jesus, José e Maria não se “conheceram”. Todavia, dizem bem quando entendem que a Tradição “supõe”, isto é, o dogma da perpétua virgindade de Maria é uma suposição, não uma realidade. “O resto do Evangelho” é uma expressão vazia porque não cita qualquer passagem bíblica.

Há necessidade de explicar mais alguma coisa?

03.11.2009

Pr. Airton Evangelista da Costa

www.palavradaverdade.com

terça-feira, novembro 17, 2009

A Virgindade de Maria e a Incoerência Católica


Diz o Catecismo da Igreja Católica:

“O aprofundamento de sua fé na maternidade virginal levou a Igreja a confessar a virgindade real e perpétua de Maria, mesmo no parto do Filho de Deus feito homem” (C.I.C., item 499, página 141).

Diz a Bíblia:

“José, ao despertar do sono, agiu conforme o Anjo do Senhor lhe ordenara e recebeu em casa sua mulher. Mas não a conheceu até o dia em que ela deu à luz um filho. E ele o chamou com o nome de Jesus” (Mateus 1.24).

Comentário da Bíblia de Jerusalém, Paulus Editora, com a chancela datada de 01.11.1980, de Paulo Evaristo Arns, Arcebispo Metropolitano de São Paulo:

“O texto não considera o período ulterior [posterior] e por si não afirma a virgindade perpétua de Maria, mas o resto do Evangelho, bem como a tradição da Igreja, a supõem”. Isto é, a Bíblia, aqui, só afirma a virgindade de Maria até o nascimento de Jesus.

Comentário do Monsenhor José Alberto L. de Castro Filho, na Bíblia Sagrada, foto acima, aprovada pela igreja romana, edição ecumênica, BARSA, 1977, tradução do Padre Antonio Pereira de Figueiredo, com notas do referido monsenhor, bispo auxiliar do Rio de Janeiro:

“Enquanto (ou até que): esta palavra portuguesa traduz o latim donec e o grego heos ou, que por sua vez estão calcados sobre a expressão hebraica ad ki que se refere ao tempo anterior [grifo meu] a esse limite sem nada dizer do tempo posterior, cf. Gn 8.7; Sl 109.1; Mt 12.20; 1 Tm 4.13. A tradução exata seria: “sem que ele a tivesse conhecido, deu à luz...”, pois a nossa expressão “sem que” tem o mesmo valor”.

Não poderia ser diferente a interpretação. Até o nascimento do primogênito, José não conheceu Maria, isto é, não teve relações sexuais com ela. O evangelho de Mateus foi escrito cerca de 60 antes depois de Cristo. O mais provável é que o evangelista conhecia a vida do casal José Maria, após o nascimento do primogênito. Poderia ter afirmado que o casal não teve outros filhos, e, inspirado pelo Espírito Santo, concluir que Maria permaneceu virgem até a morte. Não o fez.

Como vimos nas declarações do Catecismo, a doutrina da “sempre virgem” é uma confissão da Igreja Católica, uma dedução por sua conta e risco. Isto é corroborado pelo comentário da Bíblia Católica, ao dizer que “a tradição supõe”, isto é, trata-se de uma hipótese.

Sei que o contexto se faz necessário, mas não se encontra contexto favorável à doutrina da “sempre virgem”. Mais adiante, o mesmo evangelista arrematou:

“Não é ele [Jesus] o filho do carpinteiro? Não se chama a mãe dele Maria e os seus irmãos Tiago, José, Simão e Judas? E as suas irmãs não vivem todas entre nós” (Mateus 13.55-56 – Bíblia de Jerusalém).

Todos os parentes naquela época eram chamados de irmãos, replicam alguns. Mais uma vez respondo com a palavra das citadas “Bíblias Católicas”, em que um parente é chamado de “primo”:

“Saúdam-vos Aristarco, meu companheiro de prisão, e Marcos, primo de Barnabé...” (Colossenses 4.10). Esta carta paulina foi escrita cerca de 62 anos d.C., na mesma época em que Mateus escreveu seu evangelho.

04.11.2009

Pr. Airton Evangelista da Costa

www.palavradaverdade.com


segunda-feira, novembro 16, 2009

Paul Washer - Mensagem Chocante



Paul Washer tornou-se um crente, enquanto freqüentava a Universidade do Texas estudando para se tornar um advogado de petróleo e gás. Ele completou seus estudos de graduação e matriculou-se no Southwestern Theological Seminary, onde recebeu seu grau de Mestrado de Divindade. Paul deixou logo após a formatura os EUA como um missionário para o Peru.
. Paul ministrou como um missionário no Peru por 10 anos, e durante este tempo, ele fundou a Sociedade Missionária HeartCry para apoiar plantadores peruanos de igreja. O trabalho da HeartCry suporta agora mais de 80 missionários indígenas (missionários da própria cultura) em 15 países diferentes pela Europa Oriental, América do Sul, África, Ásia e Médio Oriente.
. Um pregador itinerante, Paul também ensina freqüentemente em sua igreja local, Primeira Igreja Batista de Muscle Shoals, e é o autor do livro “The One True God: A Biblical Study of the Doctrine of God”.
. Atualmente, Paul serve como o diretor da Sociedade Missionária HeartCry e reside em Muscle Shoals, Alabama com Charo, sua esposa, e dois filhos Ian e Evan, e uma filha Rowan.

Extraído de http://www.heartcrymissionary.com/

sábado, novembro 14, 2009

Carta de Maria aos Mariólatras

O Senhor me permitiu visitar a terra. Confesso que fiquei surpresa ao ver como milhões de pessoas me adoram, a mim e à minha imagem.

Fizeram imagens de todos os tamanhos e cores. São carregadas nos braços e coroadas como se eu fosse uma deusa. Confesso que me entristeci quando vi uma pessoa ajoelhada aos pés de uma dessas imagens. O ajoelhar-se é adoração explícita.

Vocês precisam ler mais a Bíblia Sagrada. Acreditem em Deus. Suas orações devem ser dirigidas ao Senhor, não a mim. Aliás, delas não tomo conhecimento. Não sou onipresente. Ensinaram que eu ordenei que o terço fosse lido e usado como amuleto. Não é verdade. Não posso ser contra aquilo que está na Bíblia, onde Deus se revela. Leiam:

“Nas vossas orações não useis de vãs repetições, como os gentios, porque imaginam que é pelo palavreado excessivo que serão ouvidos” (Mt 6.7).

Vocês não sabem que somente Deus é digno de adoração e louvor? Leiam: “Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele servirás” (Mt 4.10). Eu não sou digna de substituir o Senhor na adoração. Sou criatura. Uma criatura não pode adorar outra criatura. Nem os anjos podem ser adorados. Leiam:

“E eu [João] lancei-me a seus pés para o adorar [adorar o anjo], mas ele disse-me: Olha, não faças tal; sou teu conservo e de teus irmãos... Adora a Deus” (Ap 19.10).

Ao me intitularem de “Senhora”, vocês desejam me incluir na Santíssima Trindade. Vocês estão em pecado terrível. Substituem o Criador pela criatura. Sempre quis ser serva, e não senhora de ninguém. Ouçam as minhas palavras. Está na Bíblia:

“A minha alma engrandece ao Senhor, e o meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador. Porque atentou na humildade de sua serva” (Lc 1.46, 47, 48). Fui salva pela graça de Deus, em razão de minha fé, humildade e obediência. Nunca quis ser co-redentora, rainha, senhora, mãe de todos, modelo de santidade, imune do pecado, medianeira da graça. Sou simplesmente serva do Senhor.

Ouçam o que o Senhor afirmou: “Errais, não conhecendo as Escrituras, nem o poder de Deus” (Mt 22.29). Jesus falou aos saduceus, mas a sentença serve para os que andam desnorteados, por não conhecerem a Bíblia Sagrada. Vocês só se libertarão dessas amarras se buscarem de todo o coração o libertador: “Se o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres” (Jo 8.32). Conheçam mais a Bíblia:

“Toda Escritura divinamente inspirada é proveitosa para ensinar, para redargüir [replicar, argumentar], para corrigir, para instruir em justiça, para que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente instruído para toda boa obra” (1 Tm 3.16-17). Quer ser homem de Deus, ou mulher de Deus? Leia, medite e aplique a Palavra na sua vida.

O Senhor disse: “Vinde a mim os que estão cansados e oprimidos...” (Mt 11.28). E muitos, em vez de pedir a Ele, usam-me como se eu fosse mediadora. Leiam:

“Porque há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo, homem” (1 Tm 2.5; ver Hb 8.6; 9.15; 12.24). Somente através de Jesus Cristo podemos nos aproximar de Deus. O próprio Senhor confirma: “Eu sou o caminho... Ninguém vem ao Pai senão por mim” (Jo 14.6). “E tudo quanto pedirdes em meu nome, eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho” (Jo 14.13).

Finalmente, peço que esta carta seja enviada a todos os moradores da terra. Se o Senhor permitir, retornarei.

05.11.2009

www.palavradaverdad e.com

Nota: É claro que se trata de uma ficção com objetivo de fazer mais conhecida a Palavra de Deus.


Pr. Airton Evangelista da Costa

quarta-feira, novembro 04, 2009

Tem gente mais chata?

Por Luiz Almeida Marins Filho (PHD)


De longe, eu só reparava. Era um grupo de seis pessoas. Só uma falava. Ela falava e dizia. Ela falava e não deixava ninguém falar. Ela falava alto. Ela dizia que sabia, entendia. As pessoas mudavam de assunto e ela novamente falava. Só ela. As pessoas se entreolhavam. Algumas se levantavam e iam ao toalete. Voltavam e ela continuava falando, dizendo o que era certo e o que era errado. Dando lições a todos sobre todos os temas. Ela se achava o máximo!

É ou não verdade que tem muita gente assim? É ou não verdade que tem gente que não se enxerga e fica pontificando o que é certo e errado. E o que é certo, é claro, é o que elas pensam, o que elas acham, o que elas acreditam. O número das pessoas chatas no mundo parece estar aumentando! São pessoas que querem catequizar você para o regime alimentar que elas fazem, para a roupa que elas vestem, para o time que elas torcem, para a religião que elas professam. O carro delas é o melhor. A loja em que compram é a única que presta. A igreja em que vão é única que salva. A comida que comem (ou fazem) é a melhor. Tudo delas é melhor. Seus filhos são mais inteligentes e mais bonitos... Tem gente mais chata?? Pessoas que querem que você caminhe 20 km por dia, não coma carne, não beba nada alcoólico, faça regime à base de soja, etc., etc. Tem gente mais chata??

Até chego a acreditar que essas pessoas queiram nos salvar. Mas daí a não nos aceitar como somos é uma distância enorme. Elas não se contentam em expor suas idéias e argumentos. Elas querem a sua concordância a qualquer preço. Tem gente mais chata??

Veja se você, cheio(a) de boas intenções também não está virando um(a) grande chato(a). Perceba se as pessoas andam evitando você. Nada contra as suas convicções, mas lembre-se que é preciso também respeitar as convicções das outras pessoas. Tome cuidado para não aumentar o número de pessoas chatas. Já temos chatos demais no mundo.

Pense nisso. Sucesso!

Publicado com autorização expressa do autor, em 11/01/2008


Professor Marins é doutor (Ph.D.) em Antropologia (Austrália); Pós-Doutorado em Macro-Economia (London School of Economics - Sydney/Londres); Licenciado em História, Bacharel em Direito e Técnico em Contabilidade; Estudou Ciência Política e Relações Internacionais (Universidade de Brasília) e Negociação (New York University); Consultor de várias Empresas Nacionais e Internacionais. É um dos mais renomados palestrantes do Brasil e do exterior nas áreas de Motivação Empresarial e Futuro das Empresas.

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