segunda-feira, agosto 10, 2009

Perigo nas livrarias cristãs - (Parte 5)

7 - O PERIGO DO MOVIMENTO CONTEMPLATIVO

O Movimento Contemplativo tem-se espalhado dentro do Evangelicalismo como fogo silvestre na última década. Ele tem os seus próprios gurus evangélicos, tais como Richard Foster, porém os seus métodos e princípios se originam no misticismo católico romano.
Alguns dos populares místicos católicos são encontrados em muitas livrarias evangélicas, tais como Julian Norwick, Teresa D´Àvila, João da Cruz, Francisco de Assis e Inácio de Loyola (fundador da Ordem Jesuíta, a qual esteve na vanguarda do movimento da Contra Reforma papal), Tomás de Aquino, Bernardo de Clairvaux, Madame Guyon, Henri Nouwsen, Irmão Lawrence, Thomas Ryan, John Main, Peter Kreeft, John Michael Talbot, Basil Pennington, Tomas Keating e Thomas Merton.


Alguns dos gurus contemplativos mais populares são os seguintes:


Richard Foster - afirma que através da meditação passiva pode-se penetrar profundamente no íntimo e “certamente encontrar o Cristo vivo” e “ser orientado pela sua voz” (Celebração da Disciplina, p. 26). Ele diz ainda que o praticante da meditação “pode entrar em profunda comunicação com o Pai, na qual olha para Ele e Ele olha para você” (p. 27). Foster promove a prática da visualização, na qual o indivíduo deixa o seu corpo e penetra profundamente no espaço exterior, na exata “presença do Criador eterno” e ali escuta, diligentemente, e recebe instruções diretamente de Deus (Celebração da Disciplina, edição de 1978, pp. 27-28).
Foster é um ecumenista radical, cuja visão é assim descrita:
”Sou um monge católico dos morros do Kentucky, o qual ficou com um evangelista batista das ruas de Los Angeles, para juntos oferecerem sacrifícios de louvor. Vejo um povo” (Streams of Living Water, 1988, p. 274).

Ken Blanchard - Encoraja os empréstimos das religiões pagãs. Ele diz: “Nosso povo deve escutar as palavras de sabedoria dos grandes profetas e líderes espirituais, como Buda, Maomé, Yogananda e o Dalai Lama”. (Introdução do “What Would Buddha Do at Work?”, 2001). Blanchard tem fortes laços com a Nova Era e recomenda muitos livros novaerenses. Por exemplo, ele escreve o prefácio da edição de 2007 do livrinho “Little Way and Old Swell”, de John Ballard, o qual é inspirado no guru hindu Paramahansa Yogananda. Este livro se destina a ensinar às crianças que Deus está em tudo e que o homem é um com Deus. No prefácio, Blanchard faz uma declaração surpreendente: “Yogananda amava Jesus e Jesus iria amar Yogananda”.
Fui um discípulo de Yogananda, antes de ser salvo, e tenho certeza de que ele jamais iria amar o Jesus da Bíblia!

Robert Webber - apelava a um ecumenismo muito radical. Ele disse:
“Um objetivo para os evangélicos no mundo pós-moderno é aceitar a diversidade como uma realidade histórica e buscar a unidade no meio da mesma... Esta perspectiva nos permite ver a ICAR, bem como as igrejas ortodoxas e protestantes como as várias formas de uma única igreja verdadeira” (Ancient-Future Faith, p. 85).
(www.dwillard. org/articles/ artview.asp? artID=14).

Thomas Merton - Foi um monge trapista católico, o qual entrelaçou as práticas religiosas pagãs com as práticas contemplativas dos “santos” católicos. Merton não apenas estudou o Budismo e o Sufismo (Islamismo místico), como disse:
“Estou profundamente impregnado de Sufismo” (Rob Baker, “Merton and Sufism”, p. 109), e mais: “Não vejo contradição alguma entre o Budismo e o Cristianismo. .. Pretendo me tornar um budista tão bom quanto possível” (David Steindel-Rast, “Recollection of Thomas Merton’s Last Days in the West”, Monastic Studies, 7:10, 1969). Merton disse ainda: “Ásia, Zen, Islam, etc., tudo isto se junta em minha vida. Seria loucura eu tentar excluir todos estes em minha vida” (Merton and Sufism, Baker. P. 41).

Basil Pennington - ensinou que o homem compartilha a natureza divina. “Estamos ligados a todos os demais em nossa natureza humana e em NOSSO COMPARTILHAMENTO DE UMA NATUREZA DIVINA, de modo que nunca estamos realmente sozinhos, mas temos todos esta união e comunhão”. (Entrevista com Mary NurrieStearns, “Transformoing Suffering”, 1991, Personal Transformation Website). (Centered Living, p. 104).
www.personaltransfo rmation.com/ Pennington. ht5m

Thomas Keating – diz: “A oração contemplativa é a abertura da mente e do coração, de todo o nosso ser, para Deus, o mistério final, ALÉM DOS PENSAMENTOS, PALAVRAS E EMOÇÕES. É um processo de purificação interior, o QUAL CONDUZ, SE CONSENTIMOS, À DIVINA UNIÃO.” (Keating Interview with Kate Olson, “Centering Prayer as Divine Therapy”, Trinity News, Trinitiy Church in the city of New York, vol. 42, edição 4, 1995). Keating até recomenda a ioga ocultista kundalini.


Henri Nouwen - disse: “Hoje eu creio pessoalmente que, como Jesus veio abrir a porta da casa de Deus, todos os seres humanos podem atravessar essa porta, quer conheçam ou não conheçam Jesus. Vejo isto, hoje, como o meu chamado para ajudar cada pessoa a declarar o seu próprio caminho para Deus”. (Sabbatical Journey, 1998, p. 51).

John Michael Talbot - diz: Maria “intercede a Deus em meu favor” e testifica: “tenho sentido a presença de Maria se tornar importante em minha vida” (Contemporary Christian Music Magazine, Novembro, 1984, p. 47). Em seu livro “Simplicity” ele diz: “Descobri que rezar o rosário é uma das mais poderosas ferramentas que eu possuo, para obter a meditação simples e infantil sobre a vida de Cristo”.


“Dangers in Christian Bookstores” - David Cloud
Traduzido por Mary Schultze

domingo, agosto 09, 2009

Perigo nas livrarias cristãs - (Parte 4)

4 - O PERIGO DO MOVIMENTO CARISMÁTICO

A média das livrarias cristãs de hoje está repleta de livros escritos por pentecostais e carismáticos, os quais promovem suas doutrinas antibíblicas.

Jack Hayford, por exemplo, é um autor muito popular nos círculos evangélicos, mesmo ensinando que se deve falar em “língua infantil”, antes de falar em língua adulta, e afirma que Deus lhe disse para não julgar a ICAR (Ver artigo “Beware of Jack Wayford”, no site da Way of Life)

5 - O PERIGO DA FILOSOFIA CONTEMPORÂNEA DO CRESCIMENTO DA IGREJA.


A média das livrarias cristãs apresenta também livros dos gurus mais populares sobre o crescimento da igreja, como Rick Warren, da Igreja de Saddleback, e Bill Hybels, da Willow Creek.
Em seu livro “Uma Igreja Com Propósito”, Rick Warren diz: “Rejeito a idéia de que os estilos musicais possam ser julgados como ‘bons’ ou ‘maus’. As igrejas precisam admitir que nenhum estilo particular de música é ‘sagrado”’.
No livro “Uma Vida Com Propósito”, Warren diz: “Deus nos admoesta, continuamente, a não criticar, comparar ou julgar um ao outro... Sempre que eu julgo outro crente, logo acontecem três coisas: perco a comunhão com Deus; exponho meu próprio orgulho; coloco-me na posição de ser por Deus julgado e prejudico a comunhão na igreja” (p. 164). Nesta herética declaração, Warren não faz distinção entre julgar hipocritamente (o que é proibido em Mateus 7), julgar na base da preferência pessoal em assuntos não ensinados na Escritura (o que é proibido em Romanos 14) e julgar na base bíblica (o que é por Deus exigido).
A Associação Willow Creek de Hybels diz que sua pregação não consiste de “fogo e enxofre”, nem de “ataque bíblico”, mas simplesmente de “mensagens práticas e inteligentes”. Willow Creek usa a música rock, tem muitas mulheres pastoras e apoia falsos mestres, como Robert Schüller.

6 - O PERIGO DA PSICOLOGIA CRISTÃ

Muitos dos livros enfileirados nas prateleiras das livrarias cristãs promovem o erro da “Psicologia cristã”. Os livros de James Dobson, por exemplo, são muito populares. Ele admite que tem uma grande audiência católica romana e se recusa a admoestar contra as heresias de Roma. Madre Teresa foi louvada em sua revista “Clubhouse”. Ele aceitou uma grande comenda honorária da Universidade Católica Romana Franciscana. Foi apresentado na capa da revista “Roman Catholic New Covenant”, a qual ensina a oração a Maria.


“Dangers in Christian Bookstores” - David Cloud
Traduzido por Mary Schultze

sábado, agosto 08, 2009

Perigo nas livrarias cristãs - (Parte 3)

2 - O PERIGO DO MOVIMENTO ECUMÊNICO

As livrarias cristãs de hoje estão repletas de volumes promovendo a filosofia ecumênica, a qual ensina que a unidade e a comunhão são mais importantes do que a doutrina, o zelo pela verdade e a exposição do erro. Vejamos alguns exemplos.


Em sua popular autobiografia, “Just As I Am” (Exatamente Como eu Sou), Billy Graham elogia o papa e conta como devolve todos os seus convertidos à Igreja Católica. Ele descreve sua íntima associação com os teólogos modernistas por causa do “evangelismo”.

Chuck Colson - Seu popular livro “The Body” afirma que a doutrina protestante e a católica convergem e que ambas fazem parte do mesmo “corpo”.

John Maxwell - em seu livro “Failing Forward” , promove as missões católicas como sendo genuína forma de Cristianismo.

Phillip Yancey - em seu livro “Where is God When It Hurts” , afirma que as missões católicas romanas são parte do “corpo de Cristo”.

Jim Cymbala - em seu livro “Fresh Power”, diz que Jesus orou para que o Seu povo se tornasse um, quer fosse evangélico, carismático, batista ou luterano.

Max Lucado - em seu livro “Grip of Grace”, ele louva a Deus pela Igreja de Cristo (a qual ensina a heresia da regeneração batismal), os Pentecostais, Anglicanos, Batistas do Sul, Presbiterianos e Católicos Romanos.

A popular autora Elisabeth Elliot, a qual é episcopal e ecumênica na filosofia, falou na Universidade Católica Romana Franciscana, em 1989, e na Notre Dame, em 1998. Ela nada falou negativamente, quando o seu irmão Thomas Howard se juntou à ICAR. Em seu livro “Taking Flight”, ela diz:

“Àqueles que recebem a Cristo é dado não apenas um ‘reino agora’, mas ‘o direito de se tornarem filhos de Deus’. Isto não quer dizer que Deus os torna filhos, imediatamente, mas que lhes dá o direito de se tornarem filhos de Deus” (p. 12). Isto, é claro, é uma heresia, no que se refere ao legítimo Evangelho.

3 - O PERIGO DO ANTIFUNDAMENTALISMO

Outra filosofia popular encontrada na média dos livros cristãos da atualidade é o espírito do antifundamentalismo . Os autores populares raramente denunciam a ICAR ou o modernismo teológico, ao mesmo tempo em que são muito ousados em denunciar o fundamentalismo bíblico.

Jerry Bridges, por exemplo, em seu livro impropriamente chamado “Transforming Grace”, diz que o “legalismo” se preocupa em que haja uma assídua frequência à igreja, proibindo o comprimento dos cabelos dos homens, pregando contra o mundanismo, etc. Ele diz que os “legalistas” têm exposto “férreas opiniões”, vendo essas coisas como preto e branco, como se fossem coisas horríveis.

Chuck Swindow - Em seu popular livro “The Grace Awakening”, afirma que ‘a graça’ inclui uma ausência de imposição, de argumentação e dogmatismo bíblico e admoesta contra os ministérios estritamente fundamentalistas.


“Dangers in Christian Bookstores” - David Cloud
Traduzido por Mary Schultze


sexta-feira, agosto 07, 2009

Perigos nas livrarias cristãs - (Parte 2)


1 - O PERIGO DA FILOSOFIA DO POSITIVISMO NEO-EVANGÉLICO

Um dos maiores perigos que os cristãos fundamentalistas enfrentam, hoje em dia, é o da nova filosofia evangélica, a qual tem-se infiltrado no Evangelicalismo nos últimos 50 anos. Ela é particularmente perigosa, porque, à primeira vista, parece ser biblicamente saudável. O âmago do perigo do novo Evangelicalismo não é o erro que ele prega, mas a verdade que ele negligencia. Ele focaliza o que é positivo, evitando totalmente a controvérsia teológica considerando- a impopular (por exemplo, assuntos como a separação bíblica e o inferno).

O novo Evangelicalismo resume sua mensagem apenas a uma parte de “todo o conselho de Deus” (Atos 20:27). Isto dá a impressão de que muito do que o novo Evangelicalismo prega é espiritualmente bíblico e benéfico. Ele pode pregar muito sobre salvação, sobre o viver cristão, o amor pelo Senhor, o casamento, a educação dos filhos, a santificação, a divindade de Cristo e até sobre a infalibilidade da Escritura.

Mas, ao ser encarado com a exigência de condenar o erro e denunciar os líderes cristãos populares, ele se recusa a tomar uma posição e, mais provavelmente, vai se voltar contra quem o estiver forçando, taxando-o de “extremo fundamentalista”, “separação do segundo grau”, ou algo assim.

Billy Graham é o rei do positivismo e do não julgamento. Seus livros estão nas prateleiras da vasta maioria das livrarias cristãs. Ele é por demais influente e sua mensagem tem sido descrita como “áspera no centro, porém macia nas bordas”. Ele diz que o seu ofício é apenas pregar o evangelho e que não foi chamado para se envolver em controvérsias doutrinárias.

Em 1965, o United Church Observer, jornal oficial da Igreja Unida do Canadá, cujo moderador Bill Phipps afirmou (em 1997) que “Jesus Cristo não é Deus”, fez a Graham uma série de perguntas. Suas respostas demonstram o estilo neo-evangélico positivo do não julgamento.

Pergunta - Em seu livro, o senhor fala dos ‘falsos profetas’. O senhor diz que o esforço de tempo integral de muitos intelectuais é se desviar do plano de Deus e cita Paul Tillich. O senhor considera Paul Tillich um falso profeta?


Resposta - Resolvi usar a prática de não fazer julgamento de outros eclesiásticos.

Pergunta - O senhor acha que igrejas como a Igreja Unida do Canadá e as grandes igrejas liberais do Estado Unidos, ativas no movimento ecumênico e cujos ministros estudam e respeitam a obra de Paul Tillich, e de outros grandes mestres modernos, são apóstatas?

Resposta - Provavelmente, eu não poderia fazer tal julgamento contra igrejas individuais ou contra os clérigos da Igreja Unida do Canadá. Meu conhecimento desta igreja é inadequado e minha capacidade para tal discernimento é por demais limitada. Meus livros e escritos são do conhecimento público, mas amo a comunhão e a obra de muitos cristãos que não concordam teologicamente comigo em tudo. Quanto a chamar apóstata quem lê e recebe ajuda de Paul Tillich, isto é absurdo. Existem muitas sombras nas opiniões teológicas das grandes denominações a serem esclarecidas pelos liberais, neo-ortodoxos, conservadores, fundamentalistas, ou quem quer que seja.

Pergunta - Sua organização está firme conosco numa tentativa moderna, esclarecida e erudita de explicar às pessoas o que “a Bíblia diz”? Ou está do lado dos que nos descrevem como uma igreja apóstata, que espalha a descrença?

Resposta - Nossa Associação Evangelística não está preocupada em fazer julgamento - favorável ou adverso - sobre qualquer denominação em particular. Não pretendemos nos envolver nas diversas divisões dentro da igreja. Somos apenas pregadores do evangelho, não teólogos eruditos... Embora haja alguns membros em nossa equipe com grau de doutorado... Sentimos que o nosso chamado é especialmente. .. para levar pessoas a um compromisso pessoal com Cristo! Não queremos permitir que sejamos mal vistos pelos muitos concorrentes religiosos. (“Billy Graham - Answers 26 Provocative Questions”, United Church Observer, 01/07/1966).

Trata-se de puro neo-evangelicalismo . Ele prega contra o erro em termos gerais; porém, raramente o faz de maneira clara e específica.

A recusa de Graham em pregar qualquer coisa além dos aspectos mais básicos do evangelho (ou até do que é mais questionável) é que o torna aceito tanto pelos católicos como pelos teólogos modernistas. Charles Dullea, Superior do Instituto Bíblico Pontifício, em Roma, disse: “Porque ele está pregando o Cristianismo básico, não entra nos assuntos que hoje dividem os cristãos. Ele não toca nos Sacramentos da Igreja, de modo algum... O católico não escuta qualquer desconsideração à autoridade do ensino da Igreja, nem às prerrogativas papais ou episcopais, nem palavra alguma contra a Missa, os sacramentos e as práticas católicas. Graham não tem tempo para isso. Ele está pregando somente Cristo e um compromisso total com Ele. Em minha opinião, os católicos vão ouvir pouco, se alguma coisa, com que eles não concordem” (Dullea, “A Catholic Looks at Billy Graham”, Homiletic & Pastoral Review, Janeiro, 1972).

Billy Graham é apenas um exemplo da multiplicidade de outros evangélicos, cujos livros enchem as prateleiras das livrarias cristãs de hoje.

A ênfase dos livros disponíveis nestas livrarias não é sobre uma sólida pregação e ensino da Bíblia, nem sobre uma clara exposição dos erros que estão corrompendo a obra e o povo de Deus, hoje em dia. Em vez disso, a ênfase é sobre “uma proclamação positiva da verdade” e sobre os escritos que façam as pessoas se sentirem bem. Conforme diz J. I. Packer a respeito de Richard Foster e os livros da Renovare, eles são “suaves sobre o pecado e firmes sobre a graça”. (Capa traseira do livro de Foster, “Life With God”). Packer quis fazer um elogio, mas acabou fazendo uma acusação, porque a Bíblia é tão firme sobre o pecado como o é sobre a graça. Ninguém pode ter uma perspectiva apropriada da graça sem uma apropriada ênfase sobre o pecado, pois o horror do pecado, comparado à grandeza e santidade de Deus e à Sua terrível justiça, é que nos permite ver a graça numa perspectiva apropriada. De outro modo, a graça se torna uma “graça barata”, um assunto que ocupa as prateleiras da média das livrarias cristãs.

Tem-se, por exemplo, de Robert Schüller - “Turning Hearts Into Halos” - (Transformando Feridas em Alegrias); de Kay Arthur - “Lord, Heal My Hurts”, (Senhor, Cura Minhas Feridas); de Charles Stanley - “The Source of My Strenght - Healing Your Wounded Heart (O Tamanho de Minha Força - Curando Meu Coração Ferido); de David Jeremiah - “A Bend in the Road” - Experiencing God When Your World Caves In) (Uma Curva na Estrada -Experimentando Deus, Quando o Seu Mundo Desaba).

“Dangers in Christian Bookstores” - David Cloud
Traduzido por Mary Schultze

quinta-feira, agosto 06, 2009

Perigos nas livrarias cristãs - (Parte 1)


Nunca os livros cristãos estiveram tão facilmente disponíveis à média dos cristãos e também nunca o perigo espiritual, associado a tais livros, foi tão grande. Infelizmente, a média dos membros das igrejas crentes na Bíblia não sabe se proteger nem proteger a família desse tipo de perigo.
Três verdades indispensáveis da Bíblia podem proteger o filho de Deus nestes tempos do fim.

A primeira é que estes últimos dias são caracterizados pela apostasia, não pelo reavivamento.

Desse modo, não é surpresa estarmos nos confrontando hoje com uma vasta quantidade de heresias e comprometimentos espirituais. Nunca houve um tempo em que o povo de Deus precisasse tanto de conhecimento e cautela, como o de hoje.
“Mas os homens maus e enganadores irão de mal para pior, enganando e sendo enganados” (2 Timóteo 3:13).
“Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências; e desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas” (2 Timóteo 4:3-4).

A segunda é que Deus admoesta o Seu povo a examinar tudo pelas Escrituras.

“Examinai tudo. Retende o bem” (1 Tessalonicenses 5:21).
“Ora, estes foram mais nobres do que os que estavam em Tessalônica, porque de bom grado receberam a palavra, examinando cada dia nas Escrituras se estas coisas eram assim” (Atos 17:11).
“Amados, não creiais a todo o espírito, mas provai se os espíritos são de Deus, porque já muitos falsos profetas se têm levantado no mundo” (1 João 4:1).

A terceira é que o erro espiritual se apresenta sob o disfarce de verdade e justiça.

Ele é sutil e pode nos enganar se não estivermos biblicamente embasados e não formos excessivamente cautelosos.

“Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas, interiormente, são lobos devoradores” (Mateus 7:15).
“Mas temo que, assim como a serpente enganou Eva com a sua astúcia, assim também sejam de alguma sorte corrompidos os vossos sentidos, e se apartem da simplicidade que há em Cristo” (2 Coríntios 11:3).
“Porque tais falsos apóstolos são obreiros fraudulentos, transfigurando- se em apóstolos de Cristo. E não é maravilha, porque o próprio Satanás se transfigura em anjo de luz. Não é muito, pois, que os seus ministros se transfigurem em ministros da justiça; o fim dos quais será conforme as suas obras” (2 Coríntios 11:13-15).
Neste artigo vamos mostrar alguns dos perigos que se encontram nas livrarias cristãs, sob os mais variados títulos. Não vamos entrar aqui nas áreas das versões modernas da Bíblia, da música contemporânea, da história da igreja e das missões evangélicas. Existem muitos perigos nestas áreas, mas não temos aqui espaço suficiente para mostrá-las. (Já mostramos isto em muitos livros e vídeos, os quais poderão ser adquiridos na Way of Life Literature).

“Dangers in Christian Bookstores” - David Cloud
Traduzido por Mary Schultze

segunda-feira, agosto 03, 2009

Era da Igreja, Era da Facilidade



O que tem de crente por aí, seguindo o fácil caminho do engodo emergente, só mesmo analisando o assunto para se acreditar. Isso porque até o diabo é crente (Tiago 2:19).

Crente que anda em busca de poder financeiro e de poder espiritual (espiritualidade contemplativa) , é um servo do Gnosticismo ou do Catolicismo Romano, mas não um servo fiel de Jesus Cristo. Isso porque os ambiciosos vivem em busca de riqueza; os gnósticos e espiritualistas vivem em busca de “poder espiritual”. Muitos dos que se enquadram nos ensinos de Roma estão imitando os “santos” da ICAR, principalmente os da Idade Média, como Teresa D’Ávila, Inácio de Loyola e outros, que entravam em êxtase, pensando que estavam conversando com Jesus... E estavam mesmo, mas não com o Jesus da Bíblia, e sim, com o “outro Jesus”.

Crente que vive diante da TV e nunca tem um minutinho sequer para ler a Palavra de Deus, acaba se tornando igual aos pecadores impenitentes ali apresentados como pessoas dignas de imitação (por exemplo os adúlteros e os gays). Como diz um sábio jornalista cristão de SP, o que estamos recebendo dentro de nossos lares, hoje em dia, e sempre nelas acreditando, são as informações “midiotas” de cada dia.

A TV mostra Israel como um país que vive arranjando encrenca e atacando seus “indefesos vizinhos”, quando na verdade os “palestinos” é que são encrenqueiros, terroristas e mentirosos. O mundo inteiro (com exceção dos cristãos que pesquisam as profecias bíblicas) está engolindo as mentiras da “Midiotia” e achando que os judeus são os culpados de tudo de ruim que acontece no Oriente Médio.

Isso acontece com a maioria dos líderes eclesiásticos porque eles adotaram a falsa Teologia Dominionista de Agostinho de Hipona, acreditando que a Igreja Cristã vai se tornar santa e una, a fim de dominar o mundo, preparando-o durante mil anos para a volta de Cristo. Eles acreditam piamente que Israel foi totalmente descartado por Deus e que a Igreja é “o novo Israel”. Essa gente lê o Livro de Romanos (principalmente os capítulos 9-11) e não entende que Israel está apenas passando por um tempo de espera, até que venha a plenitude dos gentios e Deus volte a tratar com o Seu povo escolhido.

Os pastores dominionistas ou reconstrucionistas (a grande maioria) em geral usam o Velho Testamento, para exigir Dízimos e sacrifícios dos crentes, fanatizados pelo Movimento do Crescimento das Igrejas. Eles nunca enxergam as profecias bíblicas que apontam para o futuro de Israel. E como estão cegos diante da verdade, acabam acreditando que todas as promessas que Deus fez para o futuro glorioso do Seu povo foram feitas para a Igreja... Mas nunca os castigos.

A verdade é que a Era da Igreja é apenas um Intermezzo na economia divina, pois estamos na Era da Facilidade, enquanto Jesus está assentado no Trono da Graça e a salvação é facilitada pela Sua Graça sem limite. Quem reconhece que é um pecador perdido e crê em Jesus Cristo como o unigênito Filho de Deus, morto na cruz para nos libertar do inferno (tendo ressuscitado no terceiro dia para comprovar que é o Deus bendito eternamente) e O recebe no coração, está salvo. É mais simples do que tomar um copo d’água (como diz o Dr. Peter Ruckman).


E é claro que se recebemos Cristo no coração e logo somos habitados pelo Espírito Santo, devemos ser honestos em tudo: nos pensamentos, na linguagem e nos atos, conforme nos ensinam Suas palavras (pelas quais seremos todos julgados, segundo João 12:48). Quem recebe Cristo no coração e se entrega à leitura da Bíblia, tentando seguir o Seu exemplo de vida, está seguindo o caminho certo.

Os crentes que seguem a Palavra de Deus, aguardando tranquilamente a volta de Cristo para o Arrebatamento, o qual vai nos livrar do Dia da Ira, são pessoas felizes e satisfeitas - com as coisas boas - e pacientes nas tribulações. Paulo explica isto muito bem, dizendo que podemos ser... “Perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos... Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós um peso eterno de glória mui excelente; não atentando nós nas coisas que se vêem, mas nas que se não vêem; porque as que se vêem são temporais, e as que se não vêem são eternas” (2 Coríntios 4:9,17-18).


Por Mary Schultze
(www.cpr.org.br/mary.htm)

domingo, agosto 02, 2009

Matrix, os evangélicos e a crise do real e do irreal

Há pouco eu revi a trilogia do filme Matrix.

O filme apresenta como tema a luta do ser humano, contra o domínio das máquinas que evoluíram após o advento da Inteligência Artificial.

Em um recurso extremo para derrotar as máquinas, a humanidade cobriu a luz do Sol para cortar o suprimento de energia das mesmas, mas elas adotaram uma solução radical: como cada ser humano produz, em média, 120 volts de energia elétrica, começaram a cultivá-los em massa como fonte de energia.

Para que o cultivo fosse eficiente, os seres humanos passaram a receber programas de realidade virtual, enquanto seus corpos reais permaneciam mergulhados em habitáculos nos campos de cultivo. Essa realidade virtual, que é um programa de computador ao quais todos são conectados, chama-se Matrix e simula a humanidade do final do século XX.

O filme é repleto de mensagens sutis, dentre as quais da existência de pessoas que preferem viver no mundo irreal a libertar-se da Matrix. Isto me faz lembrar inúmeros crentes em Cristo Jesus que optaram por viver a vida cristã em casulos ilusionários.

Para estes, não vale a pena livrar-se dos habitáculos escravocratas, até porque, o mundo real vai de encontro a tudo aquilo que sempre combateram. Os crentes “matrixados” preferem a prisão dos usos e costumes a liberdade em Cristo Jesus.

Aliás, você já se deu conta da existência de cristãos que não conseguem lidar com a liberdade? Para estes, o cristianismo não é libertário, e sim “budificado” e “carmático”.

Neste contexto, usar maquiagem, brincos, pulseiras e anéis, ouvir música do mundo, jogar futebol, tomar um cálice de vinho com o cônjuge em datas especiais, dentre outras coisas mais, pode ser considerado libertino e demoníaco.Prezado amigo, infelizmente um número significativo de cristãos, salvos em por Deus, ao ouvirem a mensagem libertadora do evangelho de Cristo, recusam o mundo real preferindo o “lerê, lerê” da Matrix.

Pense nisso!


Por: Renato Vargens
(http://renatovargens.blogspot.com)

sexta-feira, julho 31, 2009

Bento 16 e a Nova Ordem Mundial

Durante dez anos eu me ocupei exclusivamente em denunciar os erros doutrinários e políticos da Igreja de Roma, tendo escrito alguns livros (e centenas de artigos) mostrando a iniquidade da Meretriz do Apocalipse 17-18, durante os seus dezesseis séculos de nefasta existência...

Quando Ratzinger assumiu o papado, uma irmã telefonou de Belém do Pará para me dar os parabéns, dizendo que eu tinha acertado em cheio, pois semanas antes eu havia escrito que ele seria eleito o novo papa...

A partir da eleição do Bentinho (apelido que dei ao papa alemão), deixei a ICAR de mão, porque senti que não adiantava mais mostrar os seus erros. A profecia já estava se cumprindo e o ex-inquisidor chefe da ICAR seria a chave de ferro na preparação do palco para a chegada do Anticristo.

A Igreja de Roma tem usado o nome santo de Cristo para dominar o mundo, fazendo guerras e revoluções, entronizando e derrubando reinados e governos, no mundo inteiro, principalmente nos países onde a religião católica predomina. Esta Igreja vai liderar a religião mundial e não tenho a menor dúvida. O falecido papa JP2 cuidou bem disso, quando visitou o mundo inteiro, captando a simpatia e a confiança dos líderes do Cristianismo Evangélico, e até de outras religiões não cristãs. Tudo de ruim que acontece no mundo tem o dedo podre do papado (sob a liderança dos jesuítas) e quem achar que estou exagerando, leia o livro “Vatican Assassins” do grande pesquisador americano Eric Jon Phelps.

Deus é muito consistente em tudo que fala na Bíblia e jamais mudaria o rumo das coisas que Ele anunciou de antemão. As profecias devem ser cumpridas e nem mesmo o Senhor Jesus Cristo ousou desafiar a Escritura, segundo João 10:35, onde Ele falou: “A Escritura não pode ser anulada“, quando os judeus o acusaram de blasfêmia e queriam apedrejá-Lo.

Joseph Ratzinger estudou Teologia Católica no mesmo seminário alemão (em Tübingen) onde meu marido estudou Química Industrial. Seu mestre favorito foi Hans Kung, cujo lugar ele iria usurpar naquela universidade. Schultze entrou para estudar Teologia Protestante, mas quando os professores (liberais) começaram a negar o nascimento virginal de Cristo, ele se decepcionou, perdeu a fé e escolheu Química Industrial. Minha neta Luciana está fazendo mestrado na mesma disciplina, na Universidade de Leipzig.

Bentinho está com a faca e o queijo na mão, pois o mundo entrou em colapso econômico, moral e espiritual, nos últimos anos (com uma boa ajuda da Ordem de Loyola, criada para fazer a Contra-Reforma) e agora ele está pregando um governo mundial, exatamente porque vê o prestígio de sua igreja decaindo, com o Humanismo predominando em todas as camadas sociais, e com a implantação de tantas vertentes da religião evangélica, nos países latino-americanos.

Por isso, seguindo o mesmo engodo ecumenista adotado pela sua Igreja, nos anos 1960 (com o papa Paulo VI), Bentinho agora apresenta uma solução para todos os problemas mundiais, com a instalação de um governo único, o qual poderá controlar, mundialmente, a economia, a política e religião, numa tentativa de colocar este planeta nos eixos.

A idéia do Ratzinger não parece ser ruim, porque podemos ver aqui o cumprimento das profecias bíblicas do Apocalipse 13. Com a Igreja de Roma dando as cartas, logo será sendo entronizado o “homem do pecado” (que pode ser Obama, o Príncipe Charles ou outro líder maçom grau 33), o qual vai governar o mundo por três anos e meio, dando mostras de competência e bondade. Mas, depois desse tempo, na segunda metade da Tribulação, o governante mundial será possuído por Satanás e mostrará sua verdadeira face, comparada à qual Hitler foi um verdadeiro santo!

Graças a Deus que a nós, os crentes bíblicos, ainda resta a bendita esperança do Arrebatamento e não estaremos aqui para sofrer os horrores que vão desabar sobre a Terra. O Anticristo vai começar a perseguir os cristãos e os judeus, exigindo a colocação da “Marca da besta” na mão ou na testa de cada habitante do planeta. Então, as pragas do Apocalipse começarão a cair sobre as cabeças dos que, segundo Paulo, aceitaram a operação do erro, não dando crédito à verdade, que é Jesus Cristo, o único que pode nos salvar da ira vindoura. Vejam a 1 Tessalonicenses 2 (De preferência numa Versão Autorizada King James, a Bíblia mais confiável do mundo).


Por Mary Schultze

quarta-feira, julho 29, 2009

Boca do Sapo Gospel



Parte da Igreja Evangélica Brasileira tem a enorme capacidade de criar doutrinas completamente estapafúrdias. Uma das mais comuns atualmente é aquilo que alguns denominam de oração contrária.

Tal doutrina, parte pelo pressuposto que o cristão em nome de Deus tem o poder de amaldiçoar outras pessoas através da oração positiva e determinante. Em outras palavras, tal ensinamento afirma categoricamente que aqueles que agem desta maneira, podem rogar ao Senhor da glória o aparecimento de desgraças e frustrações na vida de seus desafetos, determinando assim a desventura alheia.

Em nome de Deus, tais pessoas rogam “pragas e desgraças” para aqueles que em algum momento da vida se contrapõem a seus sonhos e vontade. É nesta perspectiva, que tem emergido em nossas comunidades o toma-la-dá-cá evangélico. Basta o chefe no trabalho ser um pouco mais chato pra se orar contra ele, ou até mesmo alguém discordar da forma do pastor conduzir o rebanho, que lá vem maldição.

Em certas igrejas a palavra “rebeldia” tem sido usada para todo aquele que foge dos caprichos fúteis de uma liderança enfatuada. Em tais comunidades, discordar do apóstolo ou profeta quase que implica com que o nome seja colocado na “boca gospel do sapo”.

Ahhhhhhhhhhhhhh! Só de imaginar situações como estas chego a suspirar profundamente! Confesso que tal procedimento me deixa absolutamente estupefato!

À luz disso, não tenho a menor dúvida em afirmar que comportamentos como estes não ficam a dever em nada aos trabalhos de macumba e vodu que são feitos nas esquinas e encruzilhadas deste Brasil varonil.


Infelizmente parte da igreja evangélica mergulha em alta velocidade no buraco da sincretização, deixando para trás valores, virtudes e princípios onde a afetividade e o amor deveriam ser marcas indeléveis de uma comunidade que conhece a Cristo.

Que Deus tenha misericórdia de seu povo!

Por: Pr. Renato Vargens
(http://renatovargens.blogspot.com/)

sábado, julho 25, 2009

Michael Jackson - Recolham suas pedras por respeito aos mortos

Recolham suas pedras por respeito aos mortos


Ouvi vários comentários jocosos e alguns pejorativos sobre o ídolo e a sua morte.

Os salvos em Cristo, aqueles lavados e remidos no sangue de Cristo, aqueles que têm certeza da sua salvação, torceram o nariz.
Ficaram na ponta de seus pés. Colocaram o dedo em riste e remeteram a alma do ídolo diretamente para o inferno.

Dizendo mais ou menos assim:

“Cuidou tanto do nariz e agora de nada adiantaram seus milhões de dólares!”

“Que isso sirva de exemplo! Ele até mudou a cor da pele!”

“Menos um pedófilo em circulação!” E tantas outras coisas.

Por que tanta violência verbal dirigida a um corpo morto, a um corpo inerte? A um corpo que não pode se defender, a uma voz que calou. Parece até que uma enxurrada de insatisfações estava contida no interior dos críticos. Parece haver uma pressa para que Michael Jackson se acomode logo no inferno do lago de fogo e enxofre.

Covardia. E é bem possível que a maioria dos críticos que assim procederam e procedem não tenha pensado um só minuto em evangelizar o ídolo. Talvez a maioria não tenha orado nunca em favor dele, dizendo “Senhor, Senhor, salve essa vida! Oh, doce Espírito Santo atua no coração deste ídolo! E o transforme e regenere.”

Não será melhor que todos recolham as suas pedras? Até porque o julgamento final cabe a Deus não conhecemos o coração de ninguém. Você tem certeza absoluta que esse homem vá para um lugar de tormentos? E se ele, por acaso, no último alento, no último fôlego de vida, fez uma oração e entregou a sua vida, se arrependeu e disse “Senhor, salva-me”?

Como aconteceu com aquele ladrão crucificado junto a Jesus Cristo, rejeitado pela sociedade. Ele se arrependeu, foi tocado pela graça e se salvou. E Jesus disse: “Na verdade te digo que hoje estarás comigo no Paraíso”.

Recolham as suas pedras. Não temos o direito de tripudiarmos sobre cadáveres, sobre aquelas pessoas que morreram e que, em vida, não andaram segundo os nossos padrões, segundo o padrão da nossa crença, segundo aquilo que nós julgamos certo.

Nós fazemos parte da sociedade. Embora cristãos, nós estamos aqui na terra e fazemos parte, estamos aqui. E a sociedade cria seus ídolos e seus monstros. Nada fizemos em favor e agora nos achamos no direito de jogar nossas pedras.

Depois que o homem morre, depois que o pecador morre... milhões morrem, milhões de pecadores morrem todos os dias mas não podemos lançar sobre ele a nossa recriminação. Não temos esse direito. Os mortos precisam de respeito. Os mortos precisam ser respeitados. Que ele vá para o lugar designado por Deus. Somente Deus pode julgar.

Recolham as suas pedras, olhem para dentro de si, façam uma reflexão. Como está a sua vida? Está isenta de pecado? Ou os pecados de Michael Jackson eram bem superiores aos seus? Ou será que você também não está em pecado hediondo, horrível, tremendo? Mas você se julga no direito de dizer: “Não, eu estou tranquilo, eu estou satisfeito com os meus pequenos pecados, com a minha vida. Eu estou salvo, eu vou para o céu”.

Não faça isso. Não tripudie sobre os fracos. Não devemos manter essa atitude agressiva sobre aqueles que pecaram. Nós todos somos pecadores e dependemos da graça de Deus, da graça salvívica de Deus. Não podemos manter esse tipo de atitude que não condiz com os princípios cristãos.


Por Pr. Airton Evangelista da Costa
www.palavradaverdade.com
Aquiraz - Ceará - BRASIL

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